Tiririca tem futuro incerto, mesmo sendo segunda maior audiência do Pânico

A indefinição se deve principalmente ao fato de o Pânico ainda não ter um novo quadro que justifique um novo contrato com Tiririca

Quadro comandado por Tiririca, o freak talk show Pior Não Fica é a segunda maior audiência do Pânico na Band. Só perde para a sátira ao MasterChef, o Panico’s Chef.

Tiririca durante gravação do quadro Pior Não Fica no Pânico na Band; contrato termina em fevereiro (Foto: Band)
Tiririca durante gravação do quadro Pior Não Fica no Pânico na Band; contrato termina em fevereiro (Foto: Band)

Mesmo assim, o futuro do palhaço e deputado federal é incerto no humorístico da Band. Seu contrato vence em fevereiro e não há sinais de que será renovado.

“O Tiririca não é um transtorno. Só que o contrato dele está por vencer e não sei se vamos continuar”, confirma Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha, presidente da Jovem Pan, dono da marca e do formato do Pânico.

A indefinição se deve principalmente ao fato de o Pânico ainda não ter um novo quadro que justifique um novo contrato com Tiririca. O programa costuma reciclar seus quadros e o de Tiririca, mesmo com a boa audiência, tende a se esgotar ao longo de 2015.

No quadro, Tiririca interpreta um entrevistador que recebe celebridades reais ou interpretadas por outros humoristas do programa, como Carlos Alberto da Silva ou Eduardo Sterblitch. Quem rouba a cena, muitas vezes, é uma coadjuvante: Solange Damascena, a Gaga de llhéus.

Pior Não Fica com Tiririca tem média de 7,1 pontos na Grande São Paulo, apenas um décimo a menos do que Pânico’s Chef.

Um outro quadro de Tiririca, o Master Jegue, que já saiu do ar, aparece em quarto no top five do Pânico, com 5,9 pontos, empatado com Afogando o Ganso.

O terceiro quadro mais visto do humorístico é o Igreja do Poderoso, gravado em um teatro de São Paulo.

O Pânico registra audiência ascendente neste ano. Em maio, tinha 5,0 pontos na Grande São Paulo. Fechou agosto com 6,0. O movimento também é de alta em Porto Alegre, Campinas, Fortaleza e Belém.

UOL

 

Comentários

comentários