Presidente da Santa Casa diz que não houve distinção indevida à família Huck

Wilson Levy Teslenco – Presidente da Santa Casa de Campo Grande – Foto: Internet

Durante entrevista por telefone, nesta segunda-feira (25), ao programa Tribuna Livre, da Capital FM, o presidente da Santa Casa, Wilson Levy Teslenco explicou que, apesar das contingências orçamentárias que a unidade vem enfrentando, o hospital ainda é a unidade de referência no atendimento à politraumatizados no Estado.

É natural que os apresentadores Luciano Huck, Angélica, os filhos, as babás, o piloto e co-piloto do táxi-aéreo que ocupavam, tenham sido encaminhados primeiramente para o hospital. Os ocupantes da aeronave estavam vindo da Estância Kayman, em Miranda, onde a apresentadora gravou entrevista com a dupla sul-mato-grossense Munhoz & Mariano, para o programa ‘Estrelas’ da Rede Globo, quando a aeronave apresentou problemas mecânicos e precisou realizar um pouso forçado em uma fazenda nas proximidades da MS-080.

O presidente da Santa Casa explicou que “é atribuição da equipe de resgate, seja ela do Samu (Serviço Médico de Atendimento de Urgência) ou Corpo de Bombeiros, a escolha da unidade para qual será necessário encaminhar as vítimas”. Teslenco afirmou ainda que, “diante de um pouso forçado, com a possibilidade de politraumatismo, a Santa Casa é exatamente a primeira opção quando há a suspeita de que às vítimas tenham sofrido esse tipo de lesão”.

Sobre informações de que a unidade médica teria negado o atendimento a seis pacientes enquanto supostamente privilegiava as pessoas que acompanhavam os apresentadores – informação que circulou pelas redes sociais -, Teslenco informou que “os únicos atendimentos que não puderam ser realizados pela Santa Casa neste domingo (24), encaminhados por equipes do Samu, exigiam a utilização de equipamentos que permitissem a manutenção da respiração artificial, equipamentos que não estavam disponíveis para seis novos pacientes”.

Teslenco classificou ainda a informação divulgada pelas redes sociais como “oportunista e talvez, até eleitoreira”,  sem especificar a quem a polêmica poderia interessar diretamente.

Silvio Ferreira

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