Terceira etapa do Minha Casa Minha vida deve sofrer mudanças e contemplará nova faixa de renda

(Foto: Paulo Francis)
Maria do Carmo Avesani Lopes, Secretária de Estado de Habitação e presidente da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação(ABC Cogans)(Foto: Paulo Francis)

A secretária de Estado de Habitação e presidente da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação(ABC Cogans), Maria do Carmo Avesani Lopes, participou na última quinta-feira(30), de reunião em Brasília(DF), para discutir sobre alguns aspectos que devem mudar no programa Minha Casa Minha Vida 3, nas regiões metropolitanas.

Ela relatou hoje(03), ao Página Brazil que esta previsto a nível nacional a construção de 3 milhões de unidades habitacionais, e somente em Mato Grosso do Sul há um demanda superior a 80 mil unidades, sendo elas para as diversas faixas de renda.

Avessani conta que o governo deve enviar ainda este mês ou no máximo no próximo, a proposta de lei para a a terceira etapa do programa onde haverá a criação de uma condição diferenciada para as famílias com uma faixa de renda intermediaria que tem alguma capacidade de financiamento mas que hoje sozinhas elas não conseguem financiar uma casa no mercado. “Nas etapas anteriores o governo focou muito nas famílias que tem menor renda e que não possuem capacidade de financiamento, essas também continuarão sendo atendidas, porem a grande novidade do programa é essa faixa de renda focada que pode ser no valor de R$1.100 até R$2.400 reais, mas ainda não sabemos o limite claramente porque isso o governo federal ainda não divulgou claramente”, conta.

A presidente ressalta também que um dos objetivos do Governo Federal é o de futuramente criar um Cadastro Único para obter dados de demanda habitacional, e na Capital já está disponível o cadastramento online e em agosto será aberto para outros municípios que fizeram a solicitação junto ao órgão. “É muito importante que a família, no caso que resida em Campo Grande, que atualize o seu cadastro, pois nos precisamos conhecer a situação do grupo familiar, se tem filhos ou não, qual a renda, entre outros dados. Por exemplo, uma família que fez o cadastro em 2009, de la para cá pode ter tido filhos, a renda mudou, e por esses motivos é de extrema importância a atualização cadastral”, afirma.

O recadastramento pode ser feito via online através do site http://www.sehab.ms.gov.br, ou para as pessoas que não tiverem acesso a internet ou duvidas, pessoalmente em um dos postos de atendimentos que antes eram chamados de práticos e hoje é o Agil, localizado próximos ao Terminal Aero Rancho, General Osório e o Guaicurus, na Capital.

Documentos Necessários para inscrição:
– Certidão de Nascimento
– RG
– CPF
– Título de Eleitor
– Certidão de Casamento (se for o caso)
– Certidão de Nascimento (filhos menores de 18 anos se for o caso)
– Comprovante de Renda (CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social e os 3 (três) últimos demonstrativos de pagamento)
– Comprovante de Residência (atualizado)
– Número de Identificação Social – NIS do responsável pela unidade familiar (se for o caso também do cônjuge e dos dependentes)
– Número do CID (Classificação Internacional de Doenças) – caso você ou dependente da família possua deficiência e/ou doenças crônicas incapacitantes ao trabalho (declaração/atestado cedido pelo médico)

Obs: Caso seja casado levar todos os documentos do cônjuge.

Paulo Francis

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