Sem respostas da Santa Casa, categoria de enfermagem sinaliza greve

No terceiro dia de mobilização dos profissionais de enfermagem da Santa Casa – que realizam “operação tartaruga” por avanços nas negociações salariais – a categoria ainda não obteve respostas da Santa Casa. Por isso, os profissionais votarão hoje (29/08), em assembleias no período matutino, vespertino e noturno, a deflagração de greve.

Sem respostas da Santa Casa, categoria de enfermagem sinaliza greve
Sem respostas da Santa Casa, categoria de enfermagem sinaliza greve

De acordo com o presidente do SIEMS (Sindicato dos profissionais da Área de Enfermagem do Estado de Mato Grosso do Sul), a última proposta da Santa Casa foi 6% de reajuste salarial, abaixo da inflação. “Inicialmente, reivindicamos 12,68%, mas, em julho a categoria propôs à junta administrativa do hospital o índice de 11% de reajuste, no entato, tratados com descaso, até agora não receberam sequer confirmação de reunião para dar continuidade às negociações”, denuncia o presidente.

Se deflagrada a greve, 70% dos trabalhadores em enfermagem cruzarão os braços. Desde março tentamos a negociação e ainda estamos abertos ao diálogo na expectativa de um reajuste salarial digno.

Além do aumento salarial, a categoria reivindica adicional de exclusividade de 20% sobre o salário base dos profissionais; abono assiduidade de R$ 184,73; salário de R$ 1.778,86 para os técnicos em enfermagem nível 2 que tenham a graduação em enfermagem; e renovação do instrumento normativo anterior

União

De acordo com Lázaro, desde o dia 27, a categoria está organizada, cerca de 20% dos profissionais participam de assembleias que acontecem de 3 em 3 horas no andar térreo da Santa Casa. “Estamos cientes de que a greve é a última alternativa, afinal, tentamos negociação pacífica, nos manifestamos, mas o hospital está inflexível mantendo a proposta de reajuste irrisório à categoria” ressalta o presidente do SIEMS.

No terceiro dia de mobilização dos profissionais de enfermagem da Santa Casa – que realizam “operação tartaruga” por avanços nas negociações salariais – a categoria ainda não obteve respostas da Santa Casa. Por isso, os profissionais votarão hoje (29/08), em assembleias no período matutino, vespertino e noturno, a deflagração de greve.

De acordo com o presidente do SIEMS (Sindicato dos profissionais da Área de Enfermagem do Estado de Mato Grosso do Sul), a última proposta da Santa Casa foi 6% de reajuste salarial, abaixo da inflação. “Inicialmente, reivindicamos 12,68%, mas, em julho a categoria propôs à junta administrativa do hospital o índice de 11% de reajuste, no entato, tratados com descaso, até agora não receberam sequer confirmação de reunião para dar continuidade às negociações”, denuncia o presidente.

Se deflagrada a greve, 70% dos trabalhadores em enfermagem cruzarão os braços. Desde março tentamos a negociação e ainda estamos abertos ao diálogo na expectativa de um reajuste salarial digno.

Além do aumento salarial, a categoria reivindica adicional de exclusividade de 20% sobre o salário base dos profissionais; abono assiduidade de R$ 184,73; salário de R$ 1.778,86 para os técnicos em enfermagem nível 2 que tenham a graduação em enfermagem; e renovação do instrumento normativo anterior

União

De acordo com Lázaro, desde o dia 27, a categoria está organizada, cerca de 20% dos profissionais participam de assembleias que acontecem de 3 em 3 horas no andar térreo da Santa Casa. “Estamos cientes de que a greve é a última alternativa, afinal, tentamos negociação pacífica, nos manifestamos, mas o hospital está inflexível mantendo a proposta de reajuste irrisório à categoria” ressalta o presidente do SIEMS.

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