Sem ocupante, Vice-Presidência mantém oito funcionários e orçamento de R$ 11,3 milhões

Com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, no final de agosto, o cargo de vice-presidente do Brasil está vago há mais de um mês.

Brasília - DF, 03/08/2016. Presidente em Exercício Michel Temer e a Primeira-dama, Marcela Temer durante solenidade de apresentação de oficiais-generais recém-promovidos. Foto: Beto Barata/PR
Brasília – DF, 03/08/2016. Presidente em Exercício Michel Temer e a Primeira-dama, Marcela Temer durante solenidade de apresentação de oficiais-generais recém-promovidos. Foto: Beto Barata/PR

Isso porque seu ex-ocupante, Michel Temer, assumiu o lugar da petista após sua destituição no Senado.

A situação deve permanecer assim pelos próximos dois anos, até novas eleições, em 2018.

Não é um caso inédito. A Vice-Presidência também ficou vazia após o impeachment do ex-presidente Collor de Mello, em 1992, que implicou a promoção do seu vice, Itamar Franco.

Mas o que acontece com a estrutura da instituição – prédios, funcionários e orçamento – até que um novo ocupante do cargo seja eleito? Leia aqui a lista que a BBC Brasil preparou.

1)Residência oficial
Residência oficial do vice-presidente, o Palácio do Jaburu, em Brasília, não será fechado.

Em nota enviada à BBC Brasil, a assessoria da Presidência informou que a vacância do cargo não “implica o fechamento da residência oficial”.

“As atividades de guarda e manutenção dos bens móveis e imóveis do Palácio, que incluem acervo de obras de arte e área verde com projeto de paisagismo de Roberto Burle Marx, precisam ser mantidas sempre”, diz o comunicado.

O Palácio serviu de moradia a Michel Temer por cerca de seis anos, no primeiro e segundo mandatos da ex-presidente Dilma Rousseff (2011-2016).

No entanto, sua esposa, Marcela Temer, agora primeira-dama, ainda não decidiu se permanecerá no local ou se mudará para o Palácio do Alvorada, residência oficial do presidente da República. (BBC BRASI)

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