Seleção encara algoz para consolidar feito e chegar à 4ª final seguida

A seleção brasileira entrará em quadra nos Jogos Olímpicos para enfrentar um velho conhecido: o algoz da final da Olimpíada de 2012, em Londres. Se conseguir vencer a Rússia nesta sexta-feira, a partir das 21h15 (MS), Bernardinho chegará a quarta final consecutiva da modalidade no masculino, consolidando a equipe como a grande força do vôlei nos últimos anos. Em duas decisões, ele saiu com a medalha de prata (2008 e 2012). Na outra, foi ouro (2004).

Serginho é único que esteve nas três finais anteriores imagem: REUTERS/Yves Herman
Serginho é único que esteve nas três finais anteriores imagem: REUTERS/Yves Herman

A sequência mais parecida aconteceu no começo da disputa, quando não havia final, mas a ex-União Soviética ficou entre os dois primeiros em quatro de cinco oportunidades (entre os anos de 1964 e 1980.

A seleção que estará no caminho do Brasil é a mesma de 2012, a Rússia, mas o grupo já não é mais o mesmo. Por exemplo, o central Muserskiy, que foi o grande responsável pela derrota brasileira em Londres, não foi convocado para os Jogos por problemas físicos.

Dentro de quadra, apenas um jogador poderá ostentar esse feito. O líbero Serginho foi o único do grupo de 12 jogadores brasileiros que esteve nas outras três finais.

“Nem quero pensar nisso (quartas de final). Difícil demais, mais uma semifinal difícil contra o campeão olímpico. Equipe alta, não dá para enfrentar na porrada. Vai ter jogar vôlei bem pensado para poder ganhar”, falou Serginho.

Em uma eventual decisão, Bernardinho terá outro conhecido pela frente. A Itália, adversária de 2004, e os Estados Unidos, rival de 2008, são os possíveis rivais.

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