‘Rede Solidária’ promete atender 800 famílias carentes

O governador Reinaldo Azambuja, acompanhado da titular da Sedhast (Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho) e vice-governadora, Rose Modesto, apresentou à imprensa o programa ‘Rede Solidária’, uma ação do governo estadual de geração de renda e melhoria do desenvolvimento social das famílias em condição de vulnerabilidade.

Governador Azambuja disse que manutenção do espaço terá custo mensal de R$ 200 mil  Foto Chico Ribeiro
Governador Azambuja disse que manutenção do espaço terá custo mensal de R$ 200 mil Foto Chico Ribeiro

“É um programa que abrange possibilidade de inserção social de famílias em situação de vulnerabilidade, e que terão apoio do Governo do Estado, da rede de voluntariado e dos parceiros podermos fazer uma inserção social que dê dignidade a essas famílias”, afirmou o governador.

A 1ª fase do programa será lançada no próximo dia 13 de novembro, com a presença do ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso. O local escolhido para a unidade inaugural, batizada de ‘Ruth Cardoso’ (em homenagem à ex-primeira-dama do País), é o bairro Dom Antônio Barbosa, região sul da Capital.

Localizado em frente ao aterro sanitário, o bairro figura entre as regiões com maiores registros de violência de Campo Grande, menor renda per capita do município e com diversas famílias inseridas em programas governamentais de transferência de renda, como o ‘Bolsa Família’ e o ‘Vale Renda’.

“A missão do programa é formar a maior rede de transformação social da história de Mato Grosso do Sul, emancipando famílias em situação de risco social”, afirmou Rose Modesto, que revelou que o projeto terá condições de atender cerca de 800 famílias, ou aproximadamente, 1,6 mil pessoas por semana.

Entre os objetivos do programa estão a criação de um plano de governo que habilite as pessoas a exerceram dignamente sua cidadania, que garanta a aplicação dos direitos humanos e que transforme a realidade dos cidadãos.

O Rede Solidária pretende ampliar e aprimorar os benefícios sociais já existentes, combater os problemas causados pela vulnerabilidade social, gerar emprego e renda, apoiar a comercialização solidária dos produtos resultantes do programa e ainda promover projetos, cursos e atividades que favoreçam o desenvolvimento social.

Além da administração estadual, que vai atuar no projeto por meio diversas secretarias, como educação, saúde e produção, o Sistema S, iniciativa privada, organizações não governamentais e entidades do 3º setor já aderiram ao programa.

“Estamos buscando mais parceiros para estender a outras regiões da Capital e do Estado com pessoas em situação de vulnerabilidade”, pontuou o governador. Segundo ele, o Estado já garantiu o aporte de R$ 500 mil para equipamentos e infraestrutura do modulo inicial e outros R$ 200 mil mensais para manutenção do espaço.

Reinaldo e Rose também aproveitaram a presença de um dos fundadores da PLS (Portuguese Language Society), entidade que reúne os países de língua portuguesa na ONU (Organização das Nações Unidas), Wagner Santiago, para assinatura de um termo de cooperação para cumprimento de 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, lançado pela ONU, para avançar em ações de meio ambiente e combate à pobreza.

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