Prefeitura disponibiliza tiras de glicemia aos pacientes cadastrados nas UPAs, CRSs e CEI

Pacientes com diabetes que recebem tratamento pela rede pública de Campo Grande estão com a saúde em risco devido a falta de tira para acompanhamento de glicemia. Os postos de saúde não estão distribuindo o material usado para fazer a medição do açúcar no sangue.

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A tira é utilizada no controle da taxa de açúcar no sangue e o procedimento diário. Com as tiras e o aparelho, o paciente faz o procedimento em casa e automonitora a situação no corpo. O valor indicado é o que determina a quantidade de insulina que precisa ser aplicada.

A prefeitura de Campo Grande emitiu nota de esclarecimento hoje (12), que disponibilizará tiras de glicemia para pacientes cadastrados no Programa de Controle ao Portador de Diabetes Mellitus, nas Unidades Básicas de Saúde e os Centros Regionais de Saúde, também o Centro de Especialidades Infantil (CEI), conforme determinou o secretário municipal de Saúde, Ivandro Corrêa Fonseca.

São aproximadamente 1.600 pacientes cadastrados no Programa de Controle ao Portador de Diabetes Mellitus que têm direito à entrega das tiras de glicemia. Em função da grande procura após a matéria veiculada de forma equivocada na tarde de hoje que indicava que todos os pacientes com diabetes teriam acesso ao material, quando na verdade somente os cadastrados no programa têm acesso às fitas., o secretário Ivandro Fonseca determinou que todos os pacientes sejam registrados e que, os que fazem parte do programa, recebam as tiras que serão encaminhadas ao CEM para evitar maiores transtornos para a população.

A prefeitura cancelou o leilão de compra das fitas porque suspeita que houve irregularidades na compra dos materiais na gestão anterior. Ainda conforme o município, com o cancelamento do pregão, a prefeitura deixou de gastar R$ 2,9 milhões.

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