Imagem forte: Polícia ainda não tem pistas de criminosos que mataram policial

O diretor geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, dr. Marcelo Vargas Lopes e o diretor de Polícia do interior, dr. Adriano Garcia Geraldo, foram na manhã desta quarta-feira (15) para a cidade de Paranhos, distante a 463 quilômetros de Campo Grande, onde o policial Aquiles Chiquim Júnior, 34 anos, foi morto com tiros de fuzil. O caso está sendo apurado e a polícia ainda não tem suspeitos do crime e nem o motivo da execução.

Policial deixa esposa e filho
Policial deixa esposa e filho

Em nota, a Polícia Civil informou que além de Aquiles, Marília Batista dos Santos, 32 anos, Raphael Fernandes Carpes, 34 anos, Guido Daniel Fernandes Bento, 18 anos, e Pablino Yurtz Zarza, 23 anos, ficaram feridos. Todos eles estavam dentro da academia onde o policial foi executado.

O velório do policial está sendo realizado na Câmara Municipal de Paranhos. Depois, ele será levado para a cidade de Cantagalo, no Paraná, onde reside os familiares. Aquiles deixou a esposa e um filho pequeno.

O Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul (Sinpol-MS), por meio de nota, lamentou a morte do policial. “Neste momento de grande consternação, o Sinpol-MS pede a categoria que mantenha-se unida, mobilizada na luta para mudar o precário panorama atual e que somem esforços para a captura dos criminosos. Não podemos aceitar que nossos companheiros, homens e mulheres de bem, que dedicam suas vidas para proteger a sociedade, sejam vítimas do descaso das autoridades“.

O caso

Dois homens entraram na academia onde o policial malhava na noite de ontem (14) e fizeram disparos com fuzil. O terceiro elemento permaneceu no carro, um VW/ Gol da cor vermelha, durante a ação. Em seguida, eles fugiram em alta velocidade em direção à cidade de Ypeju no Paraguai, divisa com Paranhos.

Policial foi executado dentro da academia
Policial foi executado dentro da academia

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