Pokémon GO Plus chega na sexta-feira! Mas e o Brasil?

Chega esta semana uma engenhoca que tem tudo para virar febre entre os jogadores de Pokémon GO – e de quebra mudar o jeito como se brinca: o wearable Plus. Trata-se de um periférico via bluethooth que, conectado ao game, eliminará a necessidade de ficar olhando para a tela do seu celular o tempo todo. Pode ser usado no pulso, como um relógio, ou preso na roupa, como um pin.

Gadget em ação!
Gadget em ação!

A Niantic, desenvolvedora do app, é lacônica quanto ao lançamento do periférico, previsto para sexta-feira, dia 16. Em seu blog, diz que o gadget estará disponível em boa parte do mundo, e posteriormente em alguns países da América do Sul. Não especifica quando o Brasil receberá o aparelho, se agora ou depois.

O ‘brinquedinho’ custará 34,99 dólares, ou R$ 114,50 no câmbio direto. Será que vai custar ‘só’ isso aqui no Brasil? :v

Como funciona?

Até a publicação deste post, ninguém havia testado o periférico. Sabe-se, no entanto, que muitas das ações do jogo poderão ser feitas pelo Plus – desde que o jogo esteja em execução, ainda que com a tela apagada, supõe-se. Ele vibrará, por exemplo, quando você passar por um pokéstop (ponto onde se recolhem itens, como bolas e poções) e acenderá assim que você topar com um pokémon. Basta apertar o botão central para fazer o check-in ou atirar uma pokébola. O treco vibrará se a ação for bem-sucedida. Falam, no entanto, que o Plus só ‘reconhece’ monstrinhos já cadastrados no seu Pokédex. Quer dizer que, se por ventura surgir um Mewtwo na sua frente (um dos raríssimos), o periférico comerá mosca.

As vantagens, óbvio, são o fim da ‘escravidão’ diante da tela (quem nunca tropeçou ou pisou em cocô enquanto caçava?) e a suposta facilidade para capturar e recolher. As desvantagens, a princípio, seriam perder pokémons novos e encher a mala de itens desnecessários.

E a gente aqui nem falou de outra incógnita, o consumo de bateria, desde sempre um empecilho para hard users. Tudo bem que a tela acesa direto é a maior vilã das cargas, mas sabe-se lá do que um bluethooth ligado com o app travado no GPS será capaz de fazer. Aliás, como não estamos na Islândia, andar com o Plus à vista obviamente pode ser tão ou mais perigoso quanto ostentar seu smartphone para um ladrão meter.

Outra novidadezinha

Em breve virá a atualização do app para que ele se conecte ao Plus. As versões 0.37.0, para Android, e 1.7.0, para iOs, em vias de cair nas lojas, trazem outra novidade: a possibilidade de se escolher um pokémon-parceiro, ou buddy. Como o Pikachu está para o Ash. A vantagem de ter um monstrinho ‘andando ao seu lado’ é o fato de ganhar mais candies, as tais balas necessárias para evoluir. Mas será necessário caminhar, tal como é exigido para chocar ovos.

Comentários

comentários