PMDB e PSB fecham aliança sem PR que não ratificou anterior ‘acordo celebrado’

Presidente PR e PMDB e sentados juntos os pré-candidatos Marcio Fernandes (PMDB), Tereza Cristina (PSB) e Sérgio Longen (PR) (Foto: Divulgação)
Presidente PR e PMDB e sentados juntos os pré-candidatos Fernandes (PMDB), Tereza Cristina (PSB) e Longen (PR) – (Foto: Divulgação)

O nome ainda não é consenso ou mesmo se há um candidato com desenvoltura, mas o PMDB e o PSB decidiram por vez, e agora oficialmente, que irão caminhar juntos na disputa das eleições a prefeitura de Campo Grande este ano. A dupla partidária, ao menos nesta decisão ratificada, na tarde de ontem (3), até está semana compunha um acordo com mais duas legendas, o PR e PTdoB, para que os quatro se agrupassem, tendo um candidato escolhido em pesquisa. Havia um nome de cada partido, entre os três maiores, que tinham sido colocados como pretendentes. Os republicanos querem concorrer com o recém filiado, Sérgio Longen, também presidente da Fiems (Federação das Indústrias de MS); os socialistas com a deputada federal Tereza Cristina, e os peemedebistas, dentre muitos nomes, acabaram por definir o deputado estadual Márcio Fernandes.

O então grupo político, havia formalizado pelos quatro partidos, que decidiriam até esta sexta-feira (3) o candidato para a Capital, que confirmaria a soma de pelo menos 13 concorrentes apontados para as eleições 2016, como o Página Brazil já adiantou. Mas, PMDB, PSB, PR e PT do B acabaram por se separar ontem ou ao menos dois, selaram ‘em oficio’ o acordo, e, outros dois, se não saíram, ainda pensaram na continuidade da possibilidade da coligação. Uma reunião aconteceu a portas fechadas, ontem a tarde, no escritório da deputada, entre ela que também é presidente regional dos socialistas e outros presidente e representantes das siglas.

Peemedebistas e socialistas, deliberaram na reunião, que a definição sobre o nome na passa dos próximos 15 dias no máximo. “A escolha de um eventual candidato em comum deve ocorrer até o dia 17. Estamos nós dois, se o PR ou PTdoB se mantiverem, pois hoje -ontem- ficou desgarrado, escolheremos entre os três, quatro que já estavam colocados”, disse Tereza Cristina (PSB).

O também candidato, Márcio Fernandes (PMDB), comentou que a falta de participação de dirigentes do PR, que haviam indicado uma aproximação com os dois partidos, causou estranheza. Assim, o ‘afunilamento’ nas conversações ocorreu neste momento, somente com os dois partidos. “Ao que tudo indica, PR e o PT do B, vai acabar não se concretizando. Ontem mesmo, nós estávamos aguardando para reunião o deputado Paulo (Paulo Corrêa – presidente municipal do PR) e ele até foi ao encontro, mas não ficou por muito tempo e saiu sem falar nada. Eu fiquei sem entender”, revelou.

Fato estendeu prazo

A decisão de ontem, mais uma outra decisão do PR e PTdoB, fez com que o prazo para escolha do candidato fosse mais uma vez estendido. Fernandes disse que o ideal ou que havia sido decidido era para tirr e anunciar o nome ontem, mas com o ‘novo quadro’ se colocou pausa e mais um dias para definições de todos os lados. “O que havíamos acordado era de que o candidato fosse definido ainda nesta sexta-feira, entretanto, houve a necessidade da dilatação do prazo para avaliar a melhor possibilidade para a eleição deste ano, além de buscar apoio dos demais partidos”, disse o peemedebista.

“Decidimos manter as conversações em aberto até a próxima semana para então chegar a um consenso. Penso que deve ser considerado a representatividade de cada partido”, completou o deputado.

A reunião contou também com a presença da presidente municipal do PMDB, vereadora Carla Stephanini, do presidente estadual, deputado Junior Mochi, o ex-governador André Puccinelli, o senador Waldemir Moka, o deputado estadual Eduardo Rocha.

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