PMDB aprova busca de acordo com PR e PSB com Marcio Fernandez prefeitável de novo

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O deputado Marcio Fernandez em recente filiação ao PMDB, que ocorreu em março passado.

O deputado estadual Marcio Fernandes, que poderia ter sido candidato a prefeito de Campo Grande, pelo então PTdoB, mas saiu da lista, porque optou em entrar no PMDB, no inicio do mês de março, voltou para a lista de possível candidato nas eleições de 2016, agora praticamente como único nome nas hostes peemedebista. O fato se concretizou, nesta semana, após seu padrinho e líder maior do PMDB em Mato Grosso do Sul, o ex-governador André Puccinelli, continuar a colocar ‘água’ no sonho do partido, afirmando não querer disputar o pleito municipal deste ano, e, que ainda lançou no fim de semana, uma proposta de união da sigla com PR ou PSB ou entre os três partidos.

André, não quer a vaga, mas continua a mexer no tabuleiro político e como seu partido ainda não viabilizou um nome forte, buscou e propôs um entendimento com outros dois partidos que já apresentaram nomes, como o de Sergio Longen, que se filiou no mês passado para ser candidato Republicano, e, da deputada federal Tereza Cristina, pelos socialistas. André acredita que um nome da legenda ou um dos dois aliados, com os três unidos, pode obter sucesso em uma composição com os peemedebistas da Capital.

Marcio Fernandes ratificou na manhã desta quarta-feira (27), que a proposta do líder foi externada no fim de semana e entrou para ser discutida em reunião na segunda-feira (25) da executiva do PMDB, sendo aprovada por unanimidade, na condição de que o melhor colocado entre os três, retirado de pesquisa a ser realizada, encabeçasse a chapa. “O André sondou, teve uma primeira conversa com lideranças do PR e PSB, que aceitaram conversar e também crêem ser viável a proposta. Na segunda-feira foi levado a Executiva do partido e aprovado a questão para o partido seguir nesta busca da aliança com um dos dois ou com ambos, onde o nome mais viável e com maior preferência eleitoral será o candidato de consenso. Foi unânime a decisão, onde o PMDB se coloca com os nomes, do Marun, do Moka e o meu, que me pediram para rever minha posição e eu aceitei postular na lista, que virá com o de Longen e da Tereza”, explicou.

O deputado mencionou que a lista deve virar um trio, com seu nome e os outros dois dos aliados, porque o deputado federal Marun e o senador Moka estão praticamente declinando da missão eleitoral para ficar em Brasília, no governo do vice-presidente Michel Temer, que está prestar a vigorar. “O Marun e o Moka preferem e já declaram que querem permanecer em Brasília, pois um, o senador, deve ser ministro e outro quer continuar na Capital Federal para ajudar o futuro governo no Legislativo. Marun já disse que agora pretende ajudar Temer no Congresso, para contribuir no seu governo e do PMDB, e que para isso quer buscar a liderança do governo ou do partido na Câmara”, disse Fernandez.

Resolver mais rápido possível

O agora, praticamente único nome do PMDB para disputar a prefeitura da Capital, Fernandez disse que o partido aprovou a questão para viabilizar o já em atraso processo de escolha, que ainda deve ficar, mais não ultrapassa o próximo mês.

“De nosso lado definimos isso e apesar de ainda ser informal, pois o André que tratou, mas os outros dois partidos também concordaram, que vamos conversar e fazer as tratativas da composição no caminho do nome decidido pelas pesquisas. A opção a ser pesquisada e escolhida não pode passar de Maio, pois é preciso trabalharmos o nome, pois nenhum de nós três somos totalmente conhecidos, como Marun e Moka, e mesmo se fossem eles ou para nós, eu, Longen e Cristina se precisa de tempo para divulgar o nome até mesmo antes de ratificar nas convenções”, mencionou Fernandez.

Inicio da proposta de aliança

A proposta de composição foi levada por André já delineada na reunião da Executiva, onde ele reiterou, ao chegar ao encontro que ocorreu na manhã de segunda-feira (25), em Campo Grande, que não será candidato. Bem como, ele já havia tido os entendimentos com os presidentes das legendas e até dos candidatos pré-lançados.

E antes de definirem nomes, ele ainda ressaltou os possíveis nomes na disputa: do deputado Carlos Marun e o senador Waldemir Moka, bem como do pré-acordo com o PR, do Sergio Longen, e PSB de Tereza Cristina. “Tudo isto tem de avaliar em pesquisa, para saber como eles estão perante a população. Todos eles para eles sentirem se valem a pena sair e mesmo se fazemos e é melhor a composição”, declarava Andre.

O presidente regional do PMDB, o deputado estadual Junior Mochi, naquele dia, antes da decisão oficial, também já admitia a possibilidade do acordo. Mas ainda diiza que, em princípio, o partido trabalharia por uma candidatura própria. “Realmente temos uma boa conversa com estes partidos, mas ainda continuamos por enquanto, querendo buscar o nome próprio do PMDB. A aliança será benéfica para todos ainda mais no atua contexto e complexidade que será esta eleição na Capital”, apontava.

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