Palmeiras volta atrás e cogita rescisão amigável com Felipe Melo

Gazeta Esportiva.com

Após o afastamento de Felipe Melo, o gerente executivo Alexandre Mattos deixou claro que o volante era um “patrimônio do clube” e que sua saída não seria facilitada com o intuito de que o Verdão recebesse uma compensação pela mesma. Dez dias depois, porém, tudo mudou.

Após a notificação extrajudicial enviada ao Palmeiras pelos advogados de Felipe Melo, na quinta-feira, alegando que o atleta não está recebendo as mesmas condições de trabalho que os companheiros, solicitando que seja reintegrado, e usando até mesmo termos como “assédio moral”, o Palmeiras mudou sua posição sobre a saída do jogador, .

Se antes o Verdão esperava receber uma quantia financeira ou envolver o Pibull em uma troca, agora Alexandre Mattos admite a possibilidade de uma rescisão unilateral com o jogador. Tudo para evitar o risco de uma ação na Justiça do Trabalho resultar em uma multa a ser paga pelo Palmeiras. Além disso, a equipe se preocupa com os R$ 7 milhões que precisaria pagar apenas pelas luvas que o atleta tem direito até o final de seu contrato, em dezembro de 2019.

O entrevero, inclusive, chegou a causar o pedido de demissão de Cuca – ele já afirmou que ficará até o final do contrato -, que foi negado por Alexandre Mattos. Na ocasião, o treinador colocou o cargo à disposição, mas o dirigente já reforçou que a decisão de afastar Felipe Melo foi da direção alviverde.

O Palmeiras agora tenta contornar os problemas com Felipe Melo. Na sexta-feira, o volante pediu um dia de folga para viajar, já que não treinaria no final de semana, o que foi concedido pela cúpula alviverde. Neste domingo, o Palmeiras encara o Vasco, às 16h (de Brasília), no Rio de Janeiro, e o atleta segue de fora dos relacionados.

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