“Operação 181” resulta na prisão de sete pessoas na Capital

A Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar), realizou nesta semana a Operação 181, que resultou na prisão de sete pessoas em Campo Grande.

De acordo com o delegado João Paulo Sartori, foram cumpridos três mandatos de prisão. A primeira a ser presa foi Tássia Daniele Albuquerque Romeiro, de 30 anos. Contra a suspeita, havia um mandato de prisão em aberto pelo crime de lavagem de dinheiro em São Paulo.

Ainda cumprindo os mandatos, foram presas mais duas pessoas. Sônia Regina da Silva, de 20 anos, conhecida como “Soninha da Nhá-Nhá”, que já foi presa outras vezes por tráfico de drogas, e Jeferson da Silva Souza, o “Jefinho Formiga”, que já tem passagens por roubos e furtos na Capital.

Drogas apreendidas pela Denar. Foto: Kerolyn Araújo
Drogas apreendidas pela Denar. Foto: Kerolyn Araújo

Por meio de denúncias anônimas, policiais da Denar prenderam em flagrante Zilda Heloísa Gaiser da Silva, de 18 anos. Ela foi presa após vender droga para dois usuários na rua Estevão Capriata, na Vila Progresso. Ela escondia 28 papelotes de pasta base de cocaína nas partes íntimas.

No mesmo bairro, aproximadamente uma hora após a prisão de Zilda, os policiais prenderam Josiane Paim Aguilera, de 48 anos e sua irmã, Rosilene Paim Aguilera, de 41 anos. Elas são acusadas de venderem drogas na região para usuários e outros traficantes. Elas guardavam as trouxinhas com entorpecentes dentro do tronco de uma árvore na rua.

Presos foram apresentados na manhã desta quinta-feira (13). Foto: Kerolyn Araújo
Presos foram apresentados na manhã desta quinta-feira (13). Foto: Kerolyn Araújo

Os policiais seguiram com as irmãs para a casa de Josiane, na rua Barueri, na Moreninhas. O marido da traficante, Otoniel Arce, de 40 anos, ao perceber a presença dos policiais, negou que morasse na residência, mas após vistoria foi encontrado no carro dele a chave da casa. No local, os policiais encontraram um tablete de cocaína, avaliado em R$ 12 mil reais, além de meio quilo de pasta base da mesma droga.

Segundo o delegado, as prisões só puderam ser realizadas com a ajuda da população. “Foram feitas várias denúncias anônimas e, a partir delas, começamos as investigações. É importante que a população continue denunciando”, finalizou.

Kerolyn Araújo

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