Oficial do Exército fica ferido após colidir em veículo estacionado em avenida

O oficial do Exército, que não teve o nome divulgado, ficou levemente ferido após colidir em um veículo estacionado por volta das 7h30 desta sexta-feira (19), na avenida Gaspar Ries Coelho, no bairro Morada Altos de São Pedro, em Coxim.

Foto: Alisson Silva
Foto: Alisson Silva

Segundo o site Edição de Notícias, o oficial conduzia uma motocicleta Honda XRE, com placas de Coxim, no sentido bairro – rodovia, quando foi fechado por um VW Gol, com placas de Coxim.

Para evitar uma colisão com o veículo ele desviou e acabou colidindo em um Fiat Fiorino, com placas de Coxim, que estava devidamente estacionado.

O motociclista sofreu escoriações e reclamava de dores pelo corpo. Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado ao Pronto Socorro do Hospital Álvaro Fontoura, onde seria acompanhado por um médico do 47º BI (Batalhão de Infantaria).

O Gtran (Grupamento de Trânsito) da Polícia Militar esteve no local registrando o acidente.

Pelo Twitter, o ministro da Cultura italiano Dario Franceschini classificou o escrito como um “gigante”. “Levou a cultura italiana para todo o mundo. Jovem e vulcânico até o último dia”, escreveu. O prefeito de Milão, Giuliano Pisapia, utilizou o Facebook, para prestar sua homenagem. “Adeus mestre e amigo, gênio do saber, apaixonado de Milão, homem de vasta cultura e de grande paixão política. Milão sem você é triste e pobre. Mas está orgulhosa de ser sua amada cidade. Tê-lo por perto nestes anos foi um grande privilégio”, publicou Pisapia.

De Bolonha, cidade onde Eco foi professor emérito e presidente da Escola Superior de Estudos Humanísticos da Universidade de Bolonha, o prefeito Virginio Merola expressou seu pesar. “Sinto sua falta, Bolonha sente sua falta, sua inteligência e seu espírito livre farão falta. Adeus Umberto”, postou Merola no Twitter.

A política e economista italiana Giovanna Melandri lamentou a notícia e destacou que Eco foi “um grandiosíssimo intelectual e escritor, uma pessoa única e especial”. No mundo acadêmico, Roberto Grandi, professor na Universidade de Bolonha e amigo do pensador, lembrou o passado para exaltar os momentos vividos. “Era 1972. Parece que foi ontem. Você veio a Bolonha. À universidade. E ficou. Obrigado pelos belos momentos que compartilhamos”, afirmou.

A editora italiana Bompiani, que publicou seu último livro, Número Zero (2015), escreveu: “Luto na cultura. Umberto Eco nos deixou: estamos abalados”. As reações também vieram do mundo da música, entre outros, da cantora italiana Noemi. “#UmbertoEco é parte da nossa cultura e literatura. Seremos capazes de contar tão bem as coisas aos italianos do amanhã?”, questionou.

Filósofo, crítico literário, semiólogo e romancista traduzido em mais de quarenta idiomas, o italiano transitava com desenvoltura entre o mundo acadêmico e os best-sellers. Nascido em 1932, na cidade de Alexandria, localizada na região italiana do Piemonte, Eco já era um intelectual respeitado quando lançou seu primeiro romance, O Nome da Rosa, em 1980. Na obra, um frade franciscano inspirado em Sherlock Holmes investiga crimes misteriosos em uma abadia na Idade Média. A mistura de erudição e narrativa envolvente agradou público e crítica, e o livro foi um sucesso mundial. A obra ganhou uma também bem-sucedida adaptação para o cinema com Sean Connery – e transformou Eco em um dos maiores fenômenos literários do século XX.

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