Na despedida de Roque Santa Cruz Paraguai leva goleada mas ainda sonha com a Copa

Era para ser uma festa no Defensores del Chaco. Afinal, depois de 17 anos e três Copas do Mundo, Roque Santa Cruz se despedia da seleção paraguaia, com direito a homenagem e mosaico da torcida. E o gol logo aos 10 minutos parecia manter o roteiro do Paraguai, mas o Peru tinha outras ideias. Diego Barreto até manteve a vantagem no primeiro tempo, mas Ramos empatou logo aos 3 da segunda etapa, e Cueva começou a brilhar. O são-paulino deu assistência para Flores virar, aos 25, e deixou o seu aos 33. Para piorar a situação dos anfitriões, Edgar Benítez fez gol contra para fechar o placar em 4 a 1 para os peruanos.

ESPN
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DESPEDIDA AMARGA

Depois de 17 anos servindo a seleção paraguaia, com três Copas do Mundo e 40 gols em 112 partidas, sendo sete em Mundiais, Roque Santa Cruz se despediu da seleção. Entrou em campo aos 30 do segundo tempo, pouco depois da virada peruana, mas conseguiu fazer pouca coisa para ajudar o Paraguai nesta quinta.

PRIMEIRO TEMPO

O Paraguai começou o jogo indo para cima e foi rapidamente recompensado. Santander brigou pela bola, evitou a saída pela lateral e pela linha de fundo e tocou para Riveros acertar um belo chute para abrir o placar. Mas o time da casa recuou muito, os peruanos começaram a pressionar e deram muito trabalho a Diego Barreto. O goleiro fez grande defesa em chute de Yotún aos 19, Flores bateu por cima aos 24, e Barreto voltou a evitar o empate aos 39 em chance de Tapia.

SEGUNDO TEMPO

A seleção peruana partiu para a pressão desde o primeiro minuto do segundo tempo e quase marcou com Guerrero, mas Barreto defendeu a cabeçada, e o rebote parou na trave. Aos 3, Christian Ramos não desperdiçou sua chance. Na cobrança de falta de Yotún, o zagueiro subiu livre e cabeceou para empatar. Com o Paraguai indo mais para o ataque, o Peru passou a ter o contra-ataque e foi mortal. Aos 25, o time da casa saiu jogando mal, Cueva recebeu o lançamento, deu belo drible e tocou para Flores chutar com o goleiro já batido. Aos 33, foi a vez do são-paulino fazer o dele. Diego Barreto até cortou em um primeiro momento, a bola bateu no braço de Cueva, o árbitro não marcou nada, o peruano ficou com a sobra, driblou o goleiro e fez o terceiro. Cinco minutos depois, o golpe final, quando Flores cruzou rasteiro e Edgar Benítez tocou contra o próprio gol para fazer 4 a 1.

 

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