MPE cobra R$ 1,5 milhão de sete “fantasmas” do Tribunal de Contas

O Ministério Público Estadual moveu ação judicial contra sete pessoas que seriam funcionárias fantasmas do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul.

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Na petição, o promotor de Justiça, Fernando Martins Zaupa, da 26ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social de Campo Grande, pede que os valores dos salários pagos às envolvidas, já reajustados, R$ 1.558.581,47, sejam devolvidos.

Diante da denúncia do MPE, o TCE criou em junho de 2002 uma comissão especial de investigação para apurar as denúncias relativas à contratação irregular de funcionários e o mau uso de verbas do órgão.

O relatório final desta comissão assinado pelo ex-presidente do tribunal, Augusto Maurício Wanderley, apontou que dos 103 funcionários denunciados por não comparecer ao trabalho, sete realmente não foram encontrados em suas repartições.

As sete servidoras, seis delas donas de cargos efetivos, receberam salários sem trabalhar, segundo a ação do MPE, entre os anos de 2001 e 2002.

O Ministério Público solicita ainda o bloqueio dos bens das acusadas, até que alcance a soma do reembolso.

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