Menino de um ano perde olho após erro médico, acusam os pais

Um menino, de apenas um ano, perdeu o olho direito após ser vítima de um suposto erro médico, em um hospital de Sonora, no México,. Fernando Ayala possui um tumor no olho esquerdo. Ele chegou a ser submetido a sessões de quimioterapia, mas sem sucesso no tratamento, o especialistas recomendaram a remoção do órgão. No entanto, na hora do procedimento, segundo os pais do garoto, o cirurgião se enganou e removeu o globo ocular errado. Os responsáveis pelo menino estão agora processando o hospital, de onde suspeito pelo erro está suspenso, enquanto o caso é apurado pelas autoridades. As informação são do jornal Daily Mail.

Fernando Ayala Foto: Reprodução / Facebook
Fernando Ayala Foto: Reprodução / Facebook

O procedimento de remoção do olho direito de Fernando aconteceu no último dia 26 de junho, no setor de oftalmologia do hospital Unidad Médica de Alta Especialidad de Ciudad Obregón. A mãe da vítima, Maria Marlene Ayala Quijano, diz que o menino foi vítima de um erro médico.

Fernando Ayala
Fernando Ayala Foto: Reprodução / Facebook

“Os médicos começaram a tratá-lo e decidiram que removeriam o olho esquerdo, quando este parou de funcionar. Mas eles tiraram o olho direito. O médico nos disse que tinha removido o olho direito porque nele também havia um tumor. Mas nós não acreditamos que um tumor tenha aparecido de repente, no olho saudável do nosso filho, horas antes da operação. O olho esquerdo que deveria ter sido removido ainda está lá. Me sinto impotente e com raiva pelo meu filho que não tem mais um olho que era funcional”, disse Maria.

Através do Facebook, familiares de Fernando divulgaram um laudo médico, do Instituto de Assistência Social do México, que garante que o olho direito do menino estava saudável.

Mãe divulgou laudo que garante que o olho direito do menino estava saudável.
Mãe divulgou laudo que garante que o olho direito do menino estava saudável. Foto: Reprodução / Facebook

Após os pais do menino terem procurado as autoridades para denunciar o caso, uma investigação interna foi iniciada na unidade de saúde, bem como uma policial. Segundo o site La Tribuna, por ordem da Procuradoria Geral da República do México, o médico que realizou a cirurgia, cujo nome não foi divulgado, não exercerá atividades médicas até a conclusão do caso.

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