Mario Cesar descarta assumir prefeitura e pensa em sair da política

O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Mario Cesar (PMDB), não vai assumir a prefeitura em caso de afastamento de Gilmar Olarte (PP) para responder fora do cargo processo pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Mario Cesar alegou motivos particulares para recusar a missão  (Foto: Divulgação / Câmara Municipal)
Mario Cesar alegou motivos particulares para recusar a missão
(Foto: Divulgação / Câmara Municipal)

Ele prefere renunciar a presidência a administrar, temporariamente, a Capital. “Não vou assumir, não quero mais problemas”, justificou.

Mário César ainda garante que vai encerrar a carreira política ao final do atual mandato. “Não compensa todo o desgaste que o cargo público traz”, revela.

Desde quando voltou do recesso respondendo a possível ilegalidade com envolvidos na Operação Lama Asfáltica, Mario Cesar diz que vem repensando a própria vida.

Voltando ao presente e a possibilidade de o cargo cai em suas mão ele reforça que “eu conheço como funciona a prefeitura, já me coloquei a disposição para ajudar mas nada foi feito, então não quero problemas. Se essa situação ocorrer abro mão da presidência e volto a ser vereador”, disse o vereador que é Auditor fiscal da receita municipal, tem 25 anos de casa

A substituição na Mesa Diretora do Legislativo não segue a mesma linha sucessória no Poder Executivo. Caso o afastamento do prefeito e a renúncia de Mario Cesar ocorra de fato, será escolhido um novo presidente da Câmara Municipal de Vereadores e este, assumirá a prefeitura de Campo Grande.

Caso ocorra uma cassação do prefeito Gilmar Olarte, o presidente da Câmara assume de forma “interina” até que seja feita uma nova eleição para eleger o chefe do executivo municipal.

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