Manifestantes pedem saída de Dilma e fecham a Afonso Pena

Assim como em outros 12 estados e o Distrito federal, aumenta a cada instante em Campo Grande o número de manifestantes contrários à nomeação do ex-presidente Lula como ministro da Casa Civil de Dilma Rousseff.

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Os manifestantes estão se concentrando na frente da sede do MPF (Ministério Público Federal), na Avenida Afonso Pena, inclusive tentando fechar a avenida no sentido Centro-Shopping.

Com bandeiras e apitos, o grupo já soma cerca de 300 pessoas e a cada minuto mais gente chega ao protesto. Segundo Marcos Rolon, líder do instituto Conservador e representante do movimento Reaja Brasil, o ato não foi combinado. “A manifestação é espontânea. As pessoas estão indignadas pela falta de vergonha do PT. O governo acha que é o dono do país, mas os donos somos nós”, afirmou, completando que o movimento não tem hora para acabar.

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Eles gritam palavras de ordem e recebendo apoio de motoristas que trafegam por perto por meio de ‘buzinaço.

Mais cedo, o juiz federal Sérgio Moro quebrou o sigilo da Operação Lava Jato e divulgou áudio de ligação de Dilma para Lula, interceptada com autorização judicial, em que a presidente tenta, conforme entendimento da Polícia Federal, evitar a prisão do ex-presidente.

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Na conversa, gravada no começo desta tarde, Dilma diz que enviou a Lula um termo de posse para que ele usasse caso necessário. Ou seja, se a prisão do ex-presidente fosse decretada, ele assinaria o documento e garantiria foro privilegiado.

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