Loucura: Testemunha deixa estupro começar em MS, faz filmagem e expõe criança na internet

Lúcio Borges

Surreal?? Realidade absurda? Serviço em Deserviço?? “De boa intenção, o inferno ta cheio”

A descoberta de um crime grave, o flagrante de um estupro de uma criança, seria fato super positivo para livrar no momento, uma menina da violência, que seria vitima novamente, no município de Nova Andradina, sudeste de Mato Grosso do Sul. Mas, a “era da internet” fez a garota esperar um pouco para ter o seu ‘monstro’ saindo ‘de cima’ , pois uma testemunha foi filmar o acontecimento. E, ajudou no momento, mas piorou posteriormente, pois o caso e sequelas psico-social que seria de conhecimento da família e outros poucos, se tornou “mundial”, com a identificação da criança e sua exposição, que já seria absurda e é contra a Lei. A testemunha filmou o estupro de criança ‘para provar’, mas divulgou ou deixou as imagens serem divulgadas e viralizarem na rede social, com muitos outros também “sem noção” a mostrar e agora a cometer ou passar por infração criminal.

A ‘testemunha’ flagrou um homem de 57 anos estuprando uma criança, ele já foi preso e confessou. Mas, para ‘ter provas’, a testemunha resolveu gravar as cenas do estupro e o vídeo acabou vazando em redes sociais como o WhatsApp. Ele já era suspeito porque, segundo os depoimentos, vinha apresentando comportamento estranho em relação à garota. Assim, se disse que vídeo começou a ser gravado depois que a testemunha flagrou o homem colocando a menina apoiada em uma mureta sem o short, enquanto o autor sem camisa passou a tocar a vítima.

O estuprador, viu o filmador e quando soube do flagrante, fugiu, mas rapidamente foi interceptado por moradores, que já tinham recebido o vídeo e foi preso pelos policiais, quando era agredido por populares. Na delegacia, o homem confessou o crime e disse já ter cometido o ato contra a criança pelo menos outras três vezes.

O caso do estupro causou grande revolta entre os moradores, mas a exposição da vítima, que infringe o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), só foi ‘percebida’ depois que as autoridades começaram a alertar, pois rapidamente o vídeo viralizou e acabou identificando a vítima. Agora, todo mundo que repassou o vídeo, ou o recebeu e manteve no celular, pode responder na Justiça.

Consequência aos reprodutores

A delegada Daniella de Oliveira Nunes, responsável pelo caso, disse que as medidas cabíveis estão sendo tomadas para punir também os responsáveis pela distribuição do vídeo.

A criança e uma tia foram encaminhadas para a delegacia de polícia acompanhadas do Conselho Tutelar, e de acordo com o promotor Fabrício Secafen, da Vara da Infância e Juventude, a prioridade será cuidar da criança e seu bem-estar, após a exposição das imagens na internet, segundo a imprensa local.

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