Kemp diz que xingamentos de Lula se deve a pressão e “estresse”

O deputado estadual Pedro Kemp (PT) também se posicionou sobre a atual situação política do Brasil, onde ressaltou na manhã desta quinta-feira (17), durante sessão na Assembleia Legislativa, que o tencionamento e o acirramento político, que segundo ele acontece desde o fim das eleições, do ano passado, que adversários “não compreendem e aceitam resultados das urnas”.

O parlamentar do partido governista foi enfático na explicação da mais nova situação que apareceu ontem, no governo da presidente Dilma Rousseff, com nomeação de Lula para ministro e mais tarde com a revelação de grampo telefônico, que pegou a presidente da Republica em conversa com ex-presidente, considerada problemática e com irregularidades praticadas por Dilma.  Kemp avalia que a reação ‘raivosa’ de Lula, vista ontem na divulgação da conversa telefônica, se deve ao “estresse e pressão a um ser humano”.

Deputado considera reação normal do ex-presidente Lula
Deputado considera reação normal do ex-presidente Lula

O deputado, quanto a nomeação de Lula para o ministério da Casa Civil, destaca a posição politica e administrativa do ex-presidente. “É uma decisão administrativa de governo e que não interfere em nada de outra esfera, como a Judicial, que se colocou no debate. Lula pode agregar como titular da pasta e contribuir com governo e acima de tudo com o Brasil para sairmos desse momento de acirramento sócio-politico colocado por uma parte da classe política e da população”, avaliou.

Kemp mencionou que a situação atual tem dois viés, que não querendo tirar mérito ou foco das investigações da Operação Lava Jato, “o juiz Sérgio Moro só está instalando caos” no país. E pela classe política, que tem aproveitado a ação judicial, “não se deixa a presidente Dilma governar desde que reassumiu, por simples capricho de pegar ou deter o Poder pelo poder”, disse.

O parlamentar petista justifica os xingamentos de Lula, feitos durante a conversa telefônica, onde ofende pessoas e até instituições do País. “Eles partem de uma pessoa estressada, pressionada e que em conversa pessoal com raiva não teve papas nas língua. Quem teria em uma situação como esta”, defende.

Kemp repetiu na tribuna do Parlamento, após esta entrevista, todo o posicionamento dado ao Página Brazil, como a fala, que vemos no vídeo. “Perguntei agora a uma pessoa que me falou dos palavrões de Lula, se ele no lugar dele, iria falar belas palavras. Olha esse belo dia e ações que estão me fazendo hoje e há diversos dias”, emendou.

Lúcio Borges

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