Justiça concede prisão especial a lutado de jiu-jitsu que matou hóspede de hotel

O lutador de jiu-jitsu Rafael Martinelli Queiroz, acusado de espancar o engenheiro eletricista Paulo César de Oliveira de 49 anos, até a morte no último dia 18 de abril, no hotel Vale Verde de Campo Grande, irá aguardar pelo julgamento em uma cela especial.

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A autorização foi dada pelo juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, Carlos Alberto Garcete de Almeida.O magistrado considerou que o o pedido da defesa de que Rafael possui curso de nível superior, em ciências contábeis, devidamente reconhecido pelo Ministério da Educação, e que, portanto, preenche os requisitos necessários para o deferimento de sua prisão especial.

A defesa do lutador fez o pedido e ainda solicitou que, no caso de impossibilidade de cela especial, que fosse decretada prisão domiciliar, que foi negada.

DENÚNCIA

O juiz ainda recebeu a denúncia oferecida pelo Ministério Público, que acusa o lutador pelo crime de lesão corporal dolosa em relação à sua namorada (C.M de M.), em situação de violência doméstica, além do crime de homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel e por recurso que dificultou a defesa de Paulo César e crime de resistência à prisão.

CRIME

Segundo informações da Polícia Civil, Rafael teria agredido a namorada, de 24 anos, que fugiu do apartamento em que eles estavam hospedados. Ele foi atrás de jovem e no caminho arrombou a porta de outro quarto e matou o engenheiro Paulo Cezar a cadeiradas.

O engenheiro estava em Campo Grande a trabalho. Já o lutador tinha vindo participar de uma competição no Círculo Militar.

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