João Rocha afirma que recomendação do MPE não prejudica trabalhos da Comissão de Ética

O presidente da Comissão Permanente de Ética da Câmara de Vereadores de Campo Grande, Professor João Rocha, comentou as objeções que estariam sendo feitas pelo Ministério Público Estadual (MPE) à continuidade da participação de investigados na Coffee Break na comissão.

O promotor de Justiça Fernando Zaupa, da 29ª Promotoria do Patrimônio Público, encaminhou à Câmara Municipal de Campo Grande recomendação para que vereadores que estão sendo investigados na Operação Coffee Break não participem de comissões que tratam do assunto, e aqueles que já fazem parte sejam afastados. A adoção desse procedimento foi sugerida pelo corregedor do MPE (Ministério Público Estadual), Mauri Valentim Riciotti.

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Rocha afirmou que “tudo o que a comissão sabe sobre o assunto até agora foi o informado pela imprensa; que não há nenhum comunicado oficial do MPE nesse sentido, e que, consequentemente, os trabalhos da comissão seguem normalmente.”

De acordo com o vereador, “um dos cuidados da Câmara na escolha dos integrantes da comissão foi que nenhum deles estivessem implicados nas investigações e que assim, a comissão segue seus trabalhos dentro da legalidade.”

De acordo com o vereador, a comissão, que se reúne às quartas-feiras, aguarda agora o transcorrer do prazo de dez dias para que os nove vereadores notificados – investigados pela comissão – apresentem suas defesas. Ao término do prazo, cada um dos cinco integrantes da comissão assumirá a análise da defesa de dois vereadores e elaborará um relatório a ser apresentado para à comissão.

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