Investigado pela PF, ex-adjunto da Sefaz é exonerado do TCE

O TCE (Tribunal de Contas do Estado) exonerou André Luiz Cance do cargo de assessor de gabinete. Conforme a portaria publicada nesta quarta-feira, a exoneração foi a pedido. Ele foi secretário adjunto da Sefaz (Secretaria Estadual de Fazenda) no governo de André Puccinelli (PMDB) e aparece em gravações da PF (Polícia Federal) na Operação Lama Asfática.

22deluAndré Luiz Cance está entre os oito citados pela Polícia Federal como integrantes de uma organização comandada pelo empreiteiro João Amorim. Além de André, integravam a lista o ex-governador do Estado, André Puccinelli, ex-deputado federal Edson Giroto (PMDB), Maria Wilma Casanova, adjunta na secretaria de Obras, Hélio Yudi, fiscal terceirizado, Marcos Puga servidor da Agesul, Beto Mariano, Edmir Fonseca Rodrigues, Márcia Alvares, Newton Stefano e André Luiz Cance.

LAMA ASFÁLTICA

A operação, deflagrada em 9 de julho pela PF, CGU (Controladoria-Geral da União) e Receita Federal, cumpriu 19 mandados de busca e apreensão em Campo Grande

As ações foram na casa do ex-secretário estadual de Obras, Edson Giroto; na residência do empresário João Amorim (dono da Proteco Construções Ltda), Seinfra (Secretaria Estadual de Infraestrutura) e empresas. Foram apreendidos 100 mil dólares, três mil euros, R$ 210 mil em espécie e R$ 195 mil em cheques.

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