Homem que matou professora e avisou a Polícia é preso no Paraguai

Antônio Barbosa da Silva, 43 anos, suspeito de ter matado sua esposa, a professora Gisyeli Arruda dos Santos, de 36 anos, a facadas em Naviraí, foi preso no final da tarde desta quarta-feira, dia 20 de julho, no departamento de Amambay, no Paraguai, na fronteira com Ponta Porã, no Brasil. Antônio avisou a polícia após o crime e fugiu posteriormente.

Antônio foi abordado em um controle realizado pelos agentes da Seção de Investigação de Delitos da Policia Nacional (PorãNews)
Antônio foi abordado em um controle realizado pelos agentes da Seção de Investigação de Delitos da Policia Nacional (PorãNews)

Antônio foi abordado em um controle realizado pelos agentes da Seção de Investigação de Delitos da Policia Nacional no departamento de Amambay em Pedro Juan Caballero, onde disse que não portava documentos pessoais.

Em contato com a Policia Civil de Ponta Porã, os policiais paraguaios tiveram a informação de que ele era procurado pela morte da professora. Segundo o sie Midiamax, a prisão dele foi comunicada aos agentes da policia brasileira e ao promotor de justiça do Paraguai, Oscar Samuel Valdez, que devera entregá-lo a justiça brasileira.

Crime

Gisyeli foi encontrada morta dentro de casa na manhã do dia 7 de fevereiro (domingo) no bairro Sol Nascente. Antônio foi quem ligou para a polícia e informou sobre o crime. Ao chegarem ao local, a polícia encontrou as portas e o portão trancado com as chaves do lado de fora. Os policiais passaram a chamar pela vítima, que não respondeu momento em que entraram na residência e encontraram Gisyeli morta em cima da cama coberta com um edredom.

A motocicleta, uma Honda Biz vermelha, da vítima não estava mais na residência levantando suspeitas de que o autor a teria levado logos após cometer o crime. Segundo vizinhos, o casal teria passado a noite em uma festa com familiares da mulher chegando a residência por volta das 02h30 da madrugada.

Ainda de acordo com os vizinhos, o casal vinha há tempos se desentendendo e muitas brigas eram presenciadas. Um investigador da polícia civil e um perito criminal foram até o local para efetuar os procedimentos de praxe.

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