Gasto de brasileiro no exterior sobe 41,8% em outubro, no 3º mês de alta

Os brasileiros gastaram US$ 1,421 bilhão em viagens internacionais em outubro, alta de 41,8% em relação a outubro do ano passado (US$ 1,002 bilhão). Foi o terceiro mês seguido de alta. Os brasileiros gastaram US$ 1,421 bilhão em viagens internacionais em outubro, alta de 41,8% em relação a outubro do ano passado (US$ 1,002 bilhão). Foi o terceiro mês seguido de alta.

Antes de fazer qualquer viagem, anote os contatos da embaixada ou consulado brasileiro no(s) país(es) para onde você está indo; esses órgãos sempre montam planos de evacuação e atendimento de emergência em casos de catástrofes Imagem: Deutsche Welle
Antes de fazer qualquer viagem, anote os contatos da embaixada ou consulado brasileiro no(s) país(es) para onde você está indo; esses órgãos sempre montam planos de evacuação e atendimento de emergência em casos de catástrofes Imagem: Deutsche Welle

O aumento foi influenciado pela queda do dólar no mês, que fez com que as passagens aéreas e os gastos no exterior ficassem mais baratos e, portanto, mais atrativos para o brasileiro. A moeda norte-americana se desvalorizou 1,9% em outubro.

No acumulado do ano, porém, os gastos no exterior foram de US$ 11,9 bilhões, queda de 21,4% em relação ao mesmo período do ano passado (US$ 15,14 bilhões).

Os números são do Banco Central (BC) e foram divulgados nesta terça-feira (22).

Na comparação com o resultado de setembro (US$ 1,294 bilhão), os gastos subiram 9,81%.

Turistas no Brasil gastaram mais no acumulado do ano

Já os gastos de estrangeiros no Brasil caíram 4,19% em outubro. No mês passado, os turistas deixaram aqui US$ 434 milhões –foram US$ 453 milhões em outubro de 2015.

No acumulado ano, contudo, os gastos dos turistas chegaram a US$ 5,1 bilhões, 6,6% a mais que os US$ 4,786 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

Nova metodologia do BC

Em abril do ano passado, o BC adotou nova metodologia internacional para medir as contas externas.

Dentro da conta de serviços, onde estão os gastos com viagens, o BC passou a apresentar novas linhas, como serviços de propriedade intelectual (antigos royalties), e telecomunicações, computação e informações, que capta despesas com software, por exemplo.

A nova nota também traz outros serviços –pesquisa, desenvolvimento, publicidade, engenharia, arquitetura, limpeza e despoluição–, e serviços culturais, pessoais e recreativos. (UOL)

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