Fiscalização autua 12 supermercados da Capital por irregularidades

Coletiva de imprensa (Foto: Paulo Francis)
Coletiva de imprensa com os representantes dos órgãos envolvidos na operação. (Foto: Paulo Francis)

A Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (DECON), divulgou na tarde desta quinta-feira (28), o resultado da operação em conjunto com a Vigilância Sanitária Municipal e a Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon), que fez uma fiscalização nos supermercados e hipermercados da Capital.

A operação aconteceu nos dias 25,26 e 27 de janeiro e contou com a participação de uma equipe formada por profissionais das três instituições, na qual visitou ao menos 12 estabelecimentos, tais como Walmart, Legal Supermercados, Fort Atacadista, 2 unidades das lojas Comper, Supermercado Pires, Assaí Atacadista, Carreffour, Supermercado Campos , Extra e Pão de Açúcar.

De acordo com o delegado titular da Decon Elton Campos Galindo, a operação preventiva teve o objetivo de verificar a data de validade dos produtos, armazenamento adequado, precificação, variação entre o produto cotado no caixa e o valor exposto na gondola, entre outras questões de direito do consumidor.

“Essa ação foi desencadeada no foco da prevenção, buscando antecipar a eventual situação cujo o consumidor pudesse ser lesados. A escolha desses estabelecimento foi motiva em parte devido a grande circulação de consumidores, pelo grande potencial atrativo da força da rede, ou por que no passado já houve algum tipo de denuncia”, explica.

O delegado conta que entre as constatações foi verificado que a maior parte dos problemas nos supermercados são em relação ao equipamento de refrigeração, que em muitos casos não consegue manter a temperatura adequada dos alimentos. Em algumas situações foi identificado uma falta de triagem adequada para retirar matérias violados ou danificados.

 No total foram apreendidos 1.140 kg de mercadoria, sendo 60 kg não perecíveis. Todos os estabelecimentos foram autuados e correm o risco de serem multados. O Procon gerou um processo administrativo e os estabelecimentos tem 10 dias para apresentar defesa, para evitar multa de 35 Uferms.

Paulo Francis

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