Giroto e ex-chefe da Agesul já estão no Garras

O ex-deputado federal e secretário de obras, Edson Giroto, e Maria Wilma Casanova, ex-diretora da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) já estão no Grupo Armado de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras). Eles havia sido presos na terça-feira (10) e, com um habeas corpus, liberados na madrugada de ontem (11).

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Na noite de quarta-feira, o desembargador da 3ª Câmara Criminal, Dorival Moreira dos Santos, cassou a liminar que libertou os dois.

Eles ainda não são considerados presos, formalmente, já que a ordem de prisão ainda não foi entregue formalmente.

Eles se apresentaram, acompanhados de advogado, e entraram por uma porta nos fundos da delegacia.

A informação é de que a qualquer momento o oficial de Justiça deve entregar a ordem de prisão.

Além de Giroto e Maria Wilma Casanova, Átila Garcia Gomes Tiago de Souza, Elza Cristina Araújo dos Santos, João Alberto Krampe Amorim dos Santos, Maxwell Thomé Gomez, Rômulo Tadeu Menossi, Wilson Cabral Tavares e Wilson Roberto Mariano de Oliveira são investigados pelo Ministério Público Estadual sobre desvios em obras da MS-228, em Corumbá.

O prejuízo aos cofres públicos foram de pelo menos R$ 2,9 milhões, conforme divulgou o MPE. A obra estava avaliada em R$ 6,8 milhões e a denúncia foi feita pelo atual secretário de Obras do Estado, Marcelo Miglioli.

Kerolyn Araújo e Jackson Nogueira

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