Enfermeiros saem de reunião com Bernal com promessa de reajuste

Servidores municipais da enfermagem, da guarda e administrativos da educação fazem manifestação em frente à Prefeitura de Campo Grande na manhã desta quinta-feira (31). Eles querem melhorias salariais. Eles conseguiram conversar com o prefeito Alcides Bernal (PP).

 

Os técnicos de enfermagem cobram reajuste salarial de 18% que não acontece há dois anos. A categoria é formada por 1,2 mil profissionais Foto Kerolyn Araújo
Os técnicos de enfermagem cobram reajuste salarial de 18% que não acontece há dois anos. A categoria é formada por 1,2 mil profissionais Foto Kerolyn Araújo

 

Os técnicos de enfermagem cobram reajuste salarial de 18% que não acontece há dois anos. A categoria é formada por 1,2 mil profissionais.

O presidente do sindicato que representa a categoria, Hederson Fritz foi chamado para reunião com Bernal por volta das 9 horas. Tempo depois, voltou para a frente do prédio com a informação de que as reivindicações dos trabalhadores seriam atendidas, no entanto, percentual de reajuste salarial e do auxílio alimentação só será divulgado à tarde.

Diante disso, os cerca de 300 trabalhadores encerram o ato de protesto e voltaram para o trabalho. Unidades básicas de saúde estão com atendimento ambulatorial suspenso e nos postos 24 horas e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA), apenas 50% do efetivo trabalhou até agora.

Atualmente o salário base do profissional da prefeitura de enfermagem é de R$ 2,067 mil enquanto do técnico de enfermagem não passa de R$ 1,200 mil. O prazo dado pela categoria para o reajuste será até terça-feira (5). Nos cartazes, os enfermeiros pedem “respeito” e cobram apoio dos legislativo: “Vereadores vocês irão assumir o caos na saúde”.

Já os administrativos, que foram para o Paço Municipal com faixas, fogos e trio elétrico, foram os últimos a serem recebidos. Bernal foi até o local da manifestação, conversou com os servidores e foi montada uma comissão formada por representantes do Sindicato dos Trabalhadores Municipais (Sisem) e mais 10 mulheres para reunião.

“Em 2013 fizemos um reajuste significativo nesta categoria e fomos mais reconhecidos do que criticados. O reajuste desse ano, infelizmente, depende do momento que estamos passando, que é de uma crise nacional. Vamos evoluir, mesmo com muita dificuldade”, disse Bernal.

De acordo com o presidente do Sisem, Marcos Tabosa, a categoria quer aumento linear de 25%, reajuste de 150% na bolsa alimentação e mais adicional por insalubridade. “O prefeito quer provar que as escolas funcionam sem os administrativos. Até alimentos para os alunos são os diretores que têm que buscar”.

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