Crise Brasil: Bernal pede serenidade, bom senso e que se lembre do caso da Capital

Posos AjudarO prefeito Alcides Bernal se posicionou na manhã desta sexta-feira (18), sobre a atual situação de crise política no Brasil, onde apesar da dimensão nacional, fez uma co-relação com o que aconteceu em Campo Grande, em sua retirada do cargo de prefeito da Capital. O chefe do executivo municipal pediu aos campo-grandenses que tenham serenidade, que lembrem do caso local, apesar do não envolvimento da maioria como atualmente, e, que todos pensem no hoje e no futuro.

O prefeito, em possível avaliação mais dura, quase fez uma defesa do mandato da presidente Dilma Rousseff, em solenidade oficial da prefeitura, no lançamento do “Projeto Posso Ajudar”, que em parceria com Universidades disponibilizará acadêmicos para prestar serviço de acolhimento em Unidades de Saúde da Capital.

“Estamos em momento perigoso, conturbado e com consequência já hoje e que terá seqüelas para futuras gerações e para a Nação. Temos que confiar ou esperar e ter ainda Esperança nos Poderes constituídos, no trabalho e acima de tudo no bom senso de aplicação do serviço público ao ‘bem comum’. Peço a nosso povo aqui, bem como que tenham em todo o Brasil, serenidade, maturidade, bom senso e acima de tudo, fé em Deus e confiança nas autoridades para ajudar nosso país”, discursou Bernal.

O prefeito permeando o seu discurso lembrou da realidade nacional, com o que os campo-grandenses direta ou indiretamente já viveram nos últimos dois anos. “Esta situação vivida pelo governo federal, apesar que tem mais ingrediente de crise econômica e com outros Poderes –Legislativo e Judiciário- nós já tivemos um exemplo em nossa Capital, onde passamos pela interrupção de um mandato e acima de tudo do trabalho pelo município, que ficou comprometido na pratica com a aplicação da má política. E assim, temos que ver que agora é com o País e que envolve todos os entes da nação e prejudica acima de tudo a toda a população”, avaliou Bernal.

Segurança é responsabilidade de todos

Bernal, pontuou ainda que a ordem no município deve ser mantida e garantida não só pelas forças policiais, com participação da Prefeitura, por meio da Guarda Municipal e Agetran (agentes de transito), mas pela própria população. “Não podemos levar para as ruas ou mesmo devemos pensar profundamente em acabar com esse ódio gratuito. Cada um é responsável por seus atos, mesmo em conjunto, em multidão de protestos. Temos que pedir e gritar por Democracia, mas lembrando de pratica-la desde que sair de casa e respeitar a cada um em seu espaço, opinião e diversidade”, completou o chefe do Executivo da Capital.

Matéria: Lúcio Borges

 

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