Comitê Olímpico dos EUA cria grupo de doenças infecciosas para Rio-2016

Com a crescente preocupação sobre o vírus da zika e seu potencial epidêmico nos Jogos do Rio-2016, em agosto, o Comitê Olímpico dos Estados Unidos (USOC) anunciou nesta sexta-feira (4) a criação de um grupo assessor para doenças infecciosas.

Foto: Ricardo Moraes / Reuters
Foto: Ricardo Moraes / Reuters

Um grupo de três especialistas voluntários ajudará o USOC na identificação e no estabelecimento de melhores práticas para prevenção, avaliação e gestão de enfermidades infecciosas.

O órgão prestará especial atenção aos problemas que podem afetar os atletas e pessoal que participarão dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro.

O doutor Carrie Byington, do departamento de Cuidados de Saúde da Universidade de Utah presidirá o grupo, também integrado pelo doutor Randy Taplitz, da Universidade da Califórnia, em San Diego, e pelo capitão Martin Cetron, médico do Centro Nacional de Controle e Prevenção de Enfermidades.

“É uma verdadeira honra presidir este grupo assessor com alguns dos especialistas em doenças infecciosas mais experientes da nossa nação”, disse Byington. “Ajudar a equipe dos EUA é uma incrível oportunidade, e espero fornecer a toda delegação informação baseada nos fatos, a mais atualizada possível”.

O grupo ajudará a desenvolver material educativo para a delegação dos EUA e ficará disponível para proporcionar respostas às perguntas dos membros da equipe americana, além de monitorar e compartilhar informação científica atualizada.

O Brasil já constatou 1,5 milhão de casos de zika desde 2015 e a Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê uma explosão da enfermidade no continente americano este ano, com entre 3 e 4 milhões de casos.(France Presse)

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