Com criatividade, grupo leva ‘cadeia’ em manifestação em frente à casa de Delcídio

Protesto iniciou logo pela manhã, em frente a casa dos familiares do Senador Delcídio. (Foto: Paulo Francis)
Protesto iniciou logo pela manhã, em frente a casa dos familiares do Senador Delcídio. (Foto: Paulo Francis)

Cerca de 20 pessoas do grupo Chega de Impostos, se reuniram na manhã deste sábado (5), em frente ao condomínio dos familiares do Senador Delcídio do Amaral (PT), localizado na Rua Rodolfo José Pinho, em Campo Grande, com o objetivo de incentivar a família a convencer o parlamentar a aceitar a delação premiada, visto que a mesma pode comprometer o Ex-Presidente Luis Inácio Lula da Silva e a atual Presidente Dilma Rousseff.

Uma cadeia fictícia foi montada em cima da calçada. (Foto: Paulo Francis)
Uma cadeia fictícia foi montada em cima da calçada. (Foto: Paulo Francis)

O grupo, responsável por organizar os protestos Fora Dilma, está no local desde as 8 horas da manhã, com musicas, apitos, bandeiras, e varias pessoas fantasiadas com mascaras dos políticos citados. Uma cadeia fictícia com uma pessoa vestida de Delcídio foi montada em cima da calçada, enquanto uma outra pessoa vestida de Lula descansa em uma cadeira, bebendo cerveja  e comendo churrasco.

De acordo com um dos integrantes do grupo, Vinicius Siqueira, o ato, que segue até às 14h, visa chamar a atenção da sociedade bem como da família do senador para que seja feita a delação dos lideres.

Houve até churrasco com cerveja no local. (Foto: Paulo Francis)
Houve até churrasco com cerveja no local. (Foto: Paulo Francis)

“Enquanto o Delcídio está preso, o Lula e a Dilma estão curtindo tranquilamente por ai, devem estar comendo churrasco, tomando cerveja e rindo de tudo isso. Nós queremos que a própria família dele o incentive a entregar os podres dos lideres mais altos”, alega.

Um novo ato está marcado para as 16h do dia 13 de dezembro, na Praça do Rádio Clube, em Campo Grande. De lá o grupo pretende seguir em caminhada até a Cidade do Natal, nos altos da Avenida Afonso Pena.

 Paulo Francis

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