Chuva prejudica safra de cana-de-açúcar em MS

A Biosul – Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul, apresentou os dados da safra 2015/2016 com moagem até 15 de julho. O acompanhamento da safra de cana-de-açúcar no MS é informado quinzenalmente, a safra começou em abril/2015 e deve seguir até janeiro/2016.

O volume acumulado de cana-de-açúcar processada até o momento é de 17,13 milhões de toneladas, 19,53% maior em relação a 2014.
O volume acumulado de cana-de-açúcar processada até o momento é de 17,13 milhões de toneladas, 19,53% maior em relação a 2014.

O volume acumulado de cana-de-açúcar processada até o momento é de 17,13 milhões de toneladas, 19,53% maior em relação a 2014.

No entanto, a primeira quinzena de junho foram processadas 1,25 milhão de toneladas de cana, 46,6% menor que no mesmo período na safra passada.

O índice que mede a qualidade da matéria prima, o ATR/TC (Açúcares Totais Recuperáveis por tonelada de cana) atingiu 134,5 kg na quinzena, volume 4% maior que o da safra passada e no como o acumulado, que atingiu 123,7kg.

Até a primeira quinzena de junho foram produzidas 438 mil toneladas de açúcar, quantidade 14,5% maior que a produção registrada anteriormente, que foi de 383 mil toneladas.

Dados referentes à produção de etanol registram que o acumulado até a 15 de junho foram produzidos 230 milhões de litros de etanol anidro e 742 milhões de litros de etanol hidratado, resultando 973,4 milhões de litros de biocombustível produzido, volume 24% maior que na safra 2014/2015.

Chuva em excesso, baixa produção

Nessa quinzena o índice de chuvas foi de 97mm na região produtora, mais que o dobro da média dos últimos 10 anos e isso atrapalhou em muito a moagem das usinas, com isso Mato Grosso do Sul, nessa quinzena, teve a pior produção das últimas 5 safras.

Segundo o Presidente da Biosul, Roberto Hollanda, “a safra ainda é quase 20% maior que a safra passada e a produtividade também tem reagido positivamente, conforme nossa previsão. No entanto, essa primeira quinzena foi uma das piores da história do Estado, com as usinas paradas, em média, por 12 dias”.

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