CCR MSVia diz que número de mortes em acidentes na BR-163 caiu 39% no último ano

No dia 12 de outubro de 2015, a CCR MSVia iniciou um novo ciclo de prestação de serviços na BR-163/MS, deflagrando seu segundo ano de operação do Serviço de Atendimento ao Usuário, SAU. E os números já são promissores. O número de mortes em acidentes caiu 39% e indica tendência de queda para os próximos meses. Essa, pelo menos, é a expectativa dos engenheiros de tráfego da Concessionária.

Expectativa é de que número de acidentes continuem diminuindo Foto Divulgação/CCR MSVia
Expectativa é de que número de acidentes continuem diminuindo Foto Divulgação/CCR MSVia

Segundo Keller Rodrigues, gestor de Interação com o Cliente da CCR MSVia, já é possível estabelecer tendências e estudar resultados dos trabalhos que vêm sendo realizados pelo SAU há um ano.

“A avaliação das primeiras semanas do segundo ano de operação indicam que poderemos apurar ainda mais a avaliação dos nossos projetos, serviços e obras, usando a mesma base de dados”, diz o engenheiro, informando que, até hoje, a comparação era feita com números da Polícia Rodoviária Federal, PRF. “Os dados da PRF são muito bons, mas agora vamos poder estabelecer cruzamento de dados a partir de uma mesma base de estudo, o que será muito bom para nós e para a própria Polícia, que poderá direcionar ainda mais seus esforços”.

De acordo com o levantamento da equipe de Inteligência do Atendimento da CCR MSVia, as ocorrências registradas na rodovia mostram tendência de queda, indicando que a Concessionária e a Polícia estão acertando em suas ações conjuntas de enfrentamento da violência do tráfego.

“De um lado, estamos realizando obras, melhoramentos e prestando serviços aos usuários de maneira a aumentar a segurança e a fluidez de tráfego”, diz Rodrigues. “De outro, a PRF intensificou suas ações educativas e coercitivas, o que vem inibindo os abusos e apresentando excelentes resultados BR-163/MS”.

Conforme o SAU, foi registrado entre 11/10/14 e 31/10/15 um total de 145.448 atendimentos, a maioria referente à retirada de objetos da pista: 42.451 casos, quase 30% do total. Eventos de socorro mecânico aparecem na sequência com 38.116 registros. Desse total, as panes mecânicas são campeãs, com 24.013 atendimentos, correspondendo a 16,5%. Logo atrás aparecem os casos de pneu furado, 5.775 (4%), seguidos pelas panes secas com 3.583 eventos (2,5%). Superaquecimento do motor e pane elétrica registraram 2.108 (1,4%) e 1.669 (1,1%), respectivamente. Por fim, aparecem os casos de bateria descarregada com 968 atendimentos (0,7% do total).

“Ainda temos muito a evoluir, mas se considerarmos que há pouco mais de um ano não havia o atendimento do SAU na BR-163/MS, os números demonstram que nossa ação está apoiando efetivamente os motoristas e passageiros, eliminando pontos de risco na rodovia”, enfatiza Keller Rodrigues. “Cada vez que retiramos um objeto da pista, estamos diminuindo significativamente o risco de acidentes, o que é muito bom”.

O comportamento dos motoristas, entretanto, precisa mudar, como destaca o engenheiro. Os usuários precisam se conscientizar de que a manutenção preventiva adequada e a prática da direção segura são imprescindíveis para a redução ainda maior da violência do tráfego.

“Um veículo que trafega com pneus carecas ou com problemas de freio representa um risco desnecessário à segurança dos seus ocupantes e dos demais usuários da via”, alerta. “Precisamos romper esse ciclo vicioso e criar condições para o desenvolvimento de uma cultura pela segurança no trânsito e pela vida”.

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