DPCA registrou 165 casos de estupro de vulnerável no 1° semestre de 2016

No primeiro semestre de 2016, a Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA) registrou 165 casos de estupro de vulnerável na Capital. Durante todo o ano de 2015 foram registrados 389 casos.

De acordo com informações do delegado Paulo Sérgio Lauretto, titular da DPCA, a maioria dos casos ocorrem dentro do seio familiar. “Geralmente acontece na casa da própria vítima ou de conhecidos. Raramente o estuprador não faz parte desse circulo”, explicou Lauretto. Na Capital, estatísticas apontam que crianças na faixa etária de 4 a 10 anos são as que mais sofrem abusos.

O delegado alerta para que as mães fiquem atentas, principalmente com crianças que ainda não conseguem falar. “Esses menores não podem ficar longe das vistas das mães. Deve ter atenção especial naquelas pessoas que frequentam a casa, mas não fazem parte do núcleo familiar, até mesmo nos padastros”, ressaltou.

Conforme o delegado, existem casos em que as crianças conseguem relatar os fatos para a mães, mas elas acabam não acreditando nos menores. “Nossa recomendação é para que as mães acreditem sempre nos filhos, e com o relato de qualquer situação que envolva abusos, que procurem a polícia”, finalizou.

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