Bonassini decreta sigilo no processo da Coffee Break

O desembargador da sessão criminal do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), Luiz Cláudio Bonassini, decidiu sobre o foro privilegiado do vice-prefeito afastado do cargo de prefeito Gilmar Olarte e manteve a denúncia do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) para ser julgada no TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.).

O desembargador da sessão criminal do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), Luiz Cláudio Bonassini
O desembargador da sessão criminal do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), Luiz Cláudio Bonassini

Contudo Bonassini decretou sigilo no processo relacionado à Operação Coffee Break. Agora o próprio desembargador encaminhará ofício aos 24 implicados, solicitando defesa dos mesmos em um prazo de 15 dias. Após isso, o Ministério Público deve se manifestar a respeito das defesas.

Concluídos os prazos, o desembargador abre uma sessão criminal com os nove desembargadores da área que atuam no Tribunal que decidem se acatam ou não a denúncia. Eles também podem decidir se excluem alguns ou todos os denunciados por falta de provas. Esta sessão deve acontecer entre julho e agosto deste ano.

Após isso, abre-se o procedimento judicial contar os réus, que terão direito a defesa e a apresentação de oito testemunhas cada, gerando mais de 200 pessoas a serem ouvidas.

Pela quantidade de pessoas implicadas e testemunhas a serem ouvidas, o processo não deve ser concluído neste ano. Após a decisão, tanto o Ministério Público como os advogados podem impetrar recursos, a serem analisados pelos tribunais federais.

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