Avião com equipe de produção de filme de Tom Cruise cai na Colômbia

Ao menos duas pessoas morreram e outra ficou ferida em um acidente aéreo na sexta-feira (11) envolvendo integrantes da equipe de produção do filme “Mena”, que será estrelado por Tom Cruise. A aeronave em que viajavam caiu no município de San Pedro de los Milagros, no noroeste da Colômbia, segundo a imprensa local.

Destroços de pequeno avião atribuído à tripulação de ‘Mena’, (Foto: EFE)
Destroços de pequeno avião atribuído à tripulação de ‘Mena’, (Foto: EFE)

O avião era um bimotor, com registro N164HH, e cobria a rota entre Santa Fé de Antioquia e Medellín, capital do departamento (província) de Antioquia, segundo a agência de aviação civil do país, que confirmou o acidente pelo Twitter.

Vários veículos locais de imprensa informaram que os três integrantes da tripulação são Alan David Purwin, Yimmy Lee Garlam e Carlos Brel, que trabalham na indústria do cinema e fazem parte da produção de “Mena”, uma informação que ainda não foi confirmada pelas autoridades.

As autoridades ainda não informam ainda qual tripulante sobreviveu.

Alan D. Purwin participa como piloto na produção do filme e já tinha trabalhado em outras produções como “Transformers” e “Armageddon”.

“Nossos corações e orações estão com os membros da produção e suas famílias neste momento difícil”, assinala um comunicado da Universal Pictures, que produz o filme do cineasta Doug Liman.

Tom Cruise chegou à Colômbia no dia 19 de agosto para as gravações de “Mena” e se transformou no grande assunto da atualidade nacional por sua presença em Medellín.

No filme, o protagonista de “Missão impossível” interpretará Barry Seal, um piloto americano que trabalhou para o narcotraficante Pablo Escobar, chefe do cartel de Medellín, e que depois foi informante da DEA, a agência antidrogas dos Estados Unidos.

A produção de “Mena” começou em maio deste ano na Geórgia, nos EUA, e está a cargo de Doug Liman, diretor de outros filmes de ação como “A identidade Bourne”, e produtor de “O ultimato Bourne”.

EFE

 

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