App permite conversar no WhatsApp usando só GIFs

GIFs se tornaram uma forma popular para uma pessoa expressar na internet como se sente quando está em uma determinada situação. Pensando nisso, a empresa americana Riffsy lançou o Gif Keyboard, um app que pode ser usado junto com programas de bate-papo, como o Messenger e o WhatsApp.

App permite conversar usando só GIFs - Foto: Reprodução
App permite conversar usando só GIFs – Foto: Reprodução

O aplicativo, que chegou ao Brasil nas últimas semanas e negocia com grandes empresas para ter conteúdo localizado, funciona de uma forma parecida com os emojis. Depois de baixar o app e liberá-lo nas configurações do celular -ele dá os comandos para isso de forma quase automática- funciona como um novo teclado nas ferramentas de mensagens instantâneas.

Ao acessar um desses programas -como o Messenger ou o WhatsApp- é preciso dar um comando fornecido pelo aplicativo. Pode variar entre escrever “.gif” ou fazer o sinal de hashtag (#). E ele apresentará o menu das animações que podem ser enviadas.

Daí é só escolher a imagem que melhor representa o seu humor e mandá-la para os amigos. Dá para selecionar conteúdo de grandes empresas, como do filme “Minions”, por exemplo, ou digitar “tristeza”, para que o programa mostre opções de imagens com gente triste.

É possível realizar as pesquisas em português ou inglês, embora alguns ajustes sejam necessários.

Em um teste feito pela reportagem, ao procurar por “beijinho no ombro”, o Gif Keyboard mostrou tanto o sinal para as recalcadas quanto pessoas gritando “no”, por causa da palavra no meio da expressão.

No teste feito no WhatsApp, o aplicativo demorou alguns segundos para preparar e enviar o GIF desejado, que é mandado em forma de um breve vídeo. Algumas vezes, o programa fechou sem explicação -“crash”-, e a animação não chegou ao destinatário.

Segundo o presidente-executivo da empresa, David McIntosh, a escolha de lançar um teclado de GIFs é porque as pessoas estão pensando cada vez mais visualmente, ao mesmo tempo que elas não têm paciência para assistirem a vídeos longos quando estão no celular.

“A comunicação já está muito visual”, disse McIntosh em entrevista à reportagem. “Então se as pessoas estão pensando em alguma imagem, como levantar o dedão para cima para curtir alguma coisa, agora elas podem mostrar isso por imagem”, afirmou.

“Nós decidimos que um vídeo de dois ou três segundos no celular é igual a dois ou três minutos na web. Vídeos nos telefones móveis precisam ser curtos e sobre sensações humanas”, continuou.

Folha.com

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