Alvo da polícia, Proteco tem um dia para apresentar documentação e evitar falência

Investigada pela Polícia Federal e Ministério Público Estadual (MPE), a empresa Proteco Construções, de propriedade do empresário João Krampe Amorim, pediu à Justiça recuperação judicial – medida que evita falência de uma empresa – e culpou a crise econômica e a os “entraves políticos” causados com a volta de Alcides Bernal (PP) à prefeitura da Capital pela situação da empresa que atua no ramo da construção civil.

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A Proteco tem até amanhã para anexar documentos no processo em que pede recuperação judicial para evitar falência. A solicitação foi feito no mês passado mesma época em que o juiz José Henrique Neiva de Carvalho e Silva negou pedido por falta de documentação necessária e estipulou prazo de 10 dias para anexação dos mesmos.

No pedido, a empresa afirmou que não têm condições de quitar as dívidas porque com a volta de Bernal à prefeitura, em 25 de agosto passado, todos os contratos entre a Proteco e a administração foram suspensos.

“A crise econômica e os entraves políticos desta Capital abalaram o ramo em que atua, pois com a recondução de Alcides Bernal à Prefeitura de Campo Grande todos os seus contratos foram suspensos”, diz nos autos reforçando em seguida ter locação de máquinas e equipamentos “mas o valor gerado em caixa não é suficiente para liquidar as despesas e custos fixos”.

Na ação, a Proteco informa que é especializada na construção civil e foi fundada em 1970. No pedido, alega que a crise econômica e os entraves políticos abalaram o ramo em que atua, “pois com a recondução de Alcides Bernal à Prefeitura de Campo Grande todos os seus contratos foram suspensos”.

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