Alegando legítima defesa, acusado de homicídio é absolvido por júri popular

Na foto, momento em que uma das testemunhas é ouvida pela juíza Tatiana Dias de Oliveira Said (Foto: PC de Souza)
Na foto, momento em que uma das testemunhas é ouvida pela juíza Tatiana Dias de Oliveira Said (Foto: PC de Souza)

Alberto Nunes da Silva conseguiu convencer a maioria dos jurados de que matou Adair de Brito Vargas em legítima defesa. Na tarde desta quarta-feira (22) ele foi julgado no Fórum de Coxim, em sessão presidida pela juíza Tatiana Dias de Oliveira Said.

Por 4 a 2, o júri popular absolveu o acusado, que deixou o tribunal no final da tarde. Neste caso, como não faria diferença, o último voto dos jurados não foi aberto. O crime aconteceu em 04 de janeiro de 2006, por volta das 18h30, no bairro Nova Coxim.

Segundo a defesa, que era feita pelo advogado Edilson Magro no decorrer do processo, mas, por conta do impedimento depois que o mesmo foi eleito vice-prefeito passou para o colega Cleidomar Furtado, o acusado agiu em legítima defesa.

Na data citada, um grupo de pessoas correu atrás de Silva, sua esposa Cristina Aparecida Soares da Silva e o colega Thiago Moraes, invadindo a residência do acusado. Em determinado momento Silva desferiu três tiros que acertaram num dos integrantes do bando, que era Vargas.

Eles teriam tido uma desavença na rua, mas a mesma não ficou bem caracterizada. Cristina e Thiago chegaram a ser denunciados pelo MPE (Ministério Público Estadual) por lesão corporal, mas não foram pronunciados na sentença da juíza.

Com Informações Edição de Notícias

Comentários

comentários