30 -09 – A ESCANDALOSA VERDADE SOBRE A SEXUALIDADE DOS PARDAIS

Pedro1

Para os que não conhecem a vida e os costumes dos pardais, contribuo com algumas informações úteis, sei lá pra quê. O pardal surgiu na Europa Meridional há 2 milhões de anos e a diáspora dessa ave, pertencente à família dos proctoneidos, se deu a partir de um período invernal rigoroso, que provocou sua fuga à Africa setentrional e posteriormente aos Estados Unidos, Cuba e depois o Brasil. Os pardais vivem em grupos fechados e se relacionam exclusivamente entre eles. Não há casos de cruzamento com nenhum outro tipo de animais. Especialistas afirmam que os pardais são bem-humorados e, na maneira deles, contam piadas entre si. Pardais riem.

Existe o mito de que pardais são capazes de voar distâncias de mais de quinze mil quilômetros sem fazer nenhum tipo de pouso. A envergadura média da asa de um pardal, com idade acima de dois anos, chega a 32 centímetros e o seu deslocamento no ar, contra ventos médios de 33 quilômetros, contrários, chega a atingir cento e doze quilômetros horários. Para quem não sabe, o fator que contribui para a extrema velocidade alcançada pelos pardais é em razão de seus bicos serem compostos da mesma matéria que compõe o titânio, ultraleve e extremamente resistente.

Certas características dos pardais, como a sua extraordinária aerodinâmica, inspiraram os cientistas aeronáuticos norte-americanos a desenvolver o mais rápido jato militar já construído. Me refiro ao super avião invisivel XL – 1000, que atravessa países sem ser detectado por radares. E é o único equipamento com capacidade de transportar ogivas nucleares de até dez toneladas, como faz a pardoca com seus enormes ovos no bojo de seu ventre. Trata-se, o pardal, de um pássaro com o mais alto coeficiente de inteligência e não é à toa sua associação com a figura do Professor Pardal. No Brasil, os pardais se destacam como únicos da espécie que aceitam o homossexualismo como prática recorrente na espécie. A união entre pardais e pardocas do mesmo sexo é prática comum.

Um dos cuidados adotados pelos criadores contemporâneos de pardais e pouco difundidos, é o sistema de banho recomendado quando em cativeiro. Há uma necessidade básica de manter alguns padrões, já por que as mesmas interferem no comportamento psicológico dessa espécie, mais que em outras. A temperatura da água com que se banha um pardal deve estar rigorosamente a 68 graus Celsius e o banho deve ter inicio debaixo das asas, elevadas simultâneamente em um arco frontal de 97,3 graus, com a manutenção elevada do bico e lavagem tépida com cotonetes esterilizados nas equivalentes axilas da ave.

Pois bem, senhores leitores, neste momento confesso que não entendo porra nenhuma de pardais ou de pássaros. O máximo que me aproximei de um foram os cinco metros que distanciam a calçada dos fios em poste na rua. Tudo o que escrevi ai em cima é pura invenção e eu não faço a mínima ideia de como são os hábitos, o que pensam e agem os tais pardais. Minha tese é que se você chegou a acreditar nas minhas mentiras, por pura ignorância, afirmo que deve ter aceitado alguns fatos durante sua vida por não ter como contestá-los. Se você um dia chegar a dar banho em um pardal seguindo as regras acima, eu juro que me suicido.

Recusem aceitar a sedução de textos com citações técnicas e convincentes, apenas porque foram bem escritos. Contestem a lógica, o conteúdo, o sentido e a puta ou o puto que os pariu. Não aceite os fatos como eles chegam. Duvide de tudo.

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