29-07 – Propaganda e Tecnologia

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É inegável a influência da tecnologia nos processos de comunicação e, em especial, na publicidade e propaganda. De forma simplificada, pode-se dizer que um impulsiona a evolução do outro, da mesma maneira que acontece entre software e hardware, com resultados positivos de forte influência em nosso cotidiano.

Pode ser imperceptível para a grande maioria das pessoas que observam apenas o resultado final, mas para os profissionais da comunicação, representa um mecanismo de facilitação e um aprendizado diário.

Na área gráfica por exemplo, o tempo médio de apresentação de uma peça passou de dois dias de trabalho na confecção de um anúncio, para aproximadamente quatro horas à partir da concepção criativa. Na área eletrônica então a redução foi mais acentuada, passando de dez dias para três a produção de um vídeo simples. Em alguns casos é possível que o mesmo seja executado em apenas uma manhã.

O avanço tecnológico possibilita ainda a utilização integrada de diversos meios, como o gráfico e o eletrônico. É o caso da realidade aumentada ou do QRCode, onde a partir de uma peça gráfica acessa-se uma eletrônica, ampliando o volume de informações sobre produtos e serviços prestados a clientes e consumidores. Você pode ver o funcionamento do QRCode no endereço https://www.youtube.com/watch?v=1ipMnFLjxdQ e da Realidade Aumentada em https://www.youtube.com/watch?v=IzbSdFQEfJ0 .

Ambas tecnologias estão a disposição na web para quem quiser explorar esses softwares. No entanto, utiliza-los profissionalmente demanda conhecimentos que vão além da habilidade em manuseá-los. Se você não é profissional da área de comunicação, com certeza encontrará dificuldades em saber o que dizer, para quem dizer, como e quando dizer. Essa é a função dos profissionais das agências de propaganda, a partir de um objetivo preestabelecido ou de um problema a ser resolvido para melhorar ou maximizar os esforços dos anunciantes.

Mas, se por um lado os avanços tecnológicos abrem novas oportunidades para os publicitários, por outro lhes impõe a adoção de um pensamento estratégico mais refinado e criterioso em sua utilização. Levar em consideração a privacidade e as características do cliente do anunciante é a primeira delas, seguida da pertinência ao produto ou serviço, até chegar a relação de custo versus benefício mais vantajosa, porque como qualquer outra prestação de serviços, esse também tem que ser remunerado.

Há que se ter ainda um cuidado redobrado em sua utilização comercial para não ser percebido como um “tecnochato” pelo consumidor. Enquanto escrevia esse artigo recebi uma mensagem pelo telefone para venda de um serviço, que aliás não uso nem preciso. É um caso claro de utilização indevida da tecnologia para propaganda que sempre orientamos nossos clientes a evitar.

Consulte sempre sua agência de propaganda.

Hardware – a máquina que calcula.
Software – o que faz a máquina calcular.
Peopleware – o talento por trás de ambos.

Máximas do Meio: “A internet não vai funcionar sozinha, a integração é a regra do jogo” – Marco Gomes, fundador da boo-box.

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