28-09 – Estuprador deve pagar pelo seu crime na cadeia. Até o fim de seus dias.

coronel_david

A nossa capital e algumas cidades do Estado presenciaram alguns casos de estupro, que causam, por conta da sua natureza, uma revolta muito grande na população. E quando isso tem como vítimas crianças a revolta é maior.

Na capital, o caso envolvendo um adolescente de 17 anos que estuprou uma criança de três anos, após esta sair sozinha de sua casa à procura da mãe que havia saído para trabalhar, mostra o quanto este crime é objeto de desprezo pela sociedade. O adolescente disse para a polícia que ao encontrar a criança na rua “deu uma coisa na cabeça dele” e a levou até um terreno baldio e a estuprou. A criança foi encontrada depois por um senhor que a viu chorando. Os policiais que atenderam a ocorrência acabaram se emocionando com a cena da menina toda machucada pela sanha criminosa do “menor de idade”, que não tinha capacidade de distinguir se aquilo era crime ou não. Pelo menos é isso que alegam grande parte dos que são contra a redução da maioridade penal, que foi aprovada na Câmara dos Deputados, mas agora, por ordem do Presidente do Senado, Renan Calheiros, deve estar mofando em alguma gaveta sombria daquela Casa de Leis.

Em relação a este caso postei numa rede social que os estupradores deveriam apodrecer na cadeia. Alguns concordaram comigo, mas a maioria adotou uma posição radical sobre o assunto pedindo pena de morte aos criminosos. Isto mostra o sentimento do povo com este crime infame e também com a justiça legal, cada vez mais beneficiando o bandido em detrimento do cidadão.

Mas tivemos a ocorrência de mais crimes como este, em curto espaço de tempo entre eles, na capital e também no interior. Um homem de 31 anos foi preso em CG, na tarde do domingo (20), suspeito de ter estuprado a sobrinha de 7 anos por mais de três vezes. Ele foi denunciado pela própria esposa, tia da criança. Ele disse que estava sob o efeito de drogas. Também em CG um homem de 57 anos foi preso na semana passada ao estuprar um menino de 10 anos. Ele é irmão da vó da criança. Ele já tinha sido condenado em 2009 pelo crime de estupro, sendo que a vítima também era um menino de 10 anos. Um professor foi preso, também na semana passada, em Paranaíba, por ter abusado de uma criança de nove anos. A polícia descobriu ainda outras oito denúncias contra ele. A polícia também descobriu que ele tem um filho de vinte anos com uma ex-aluna, que na época tinha 14 anos. Em Nova Andradina, uma mulher de 30 anos foi presa suspeita de estuprar uma menina de 2 anos e 4 meses. O caso aconteceu no dia 14. A mulher contou que estava dando banho na criança e por achar a menina bonita, começou a abusá-la sexualmente.

É importante os pais observarem o comportamento da criança para evitar a violência sexual. Mudanças de hábito e humor são fortes indícios de que algo está errado com a criança. Mas, infelizmente, nem todos os pais acompanham esse comportamento. E, talvez, neste momento é que o filho, ou filha, pode estar sendo vítima de abuso sexual. Outro fator é o isolamento da vítima que sofre abusos, pois a criança começa a ter vergonha da situação e, conseqüentemente, não relata para ninguém o ocorrido.

Além do alto índice envolvendo meninas, outro dado preocupante está relacionado aos agressores. Muitos dos casos são cometidos por pessoas da família, ou próximas às crianças. Os casos citados acima confirmam esta tendência.

Mas a lei acaba por beneficiar estes monstros e eles acabam saindo da cadeia e cometendo estupro novamente. Por deliberada vontade ou “se der algo na cabeça dele”. Por isso, continuo achando que os estupradores devem apodrecer na cadeia. Até porque na cadeia eles são ‘personas non gratas’.

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